quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

SP – O instituto de arte do Brasil vai oferecer cursos gratuitos de capacitação profissional nas áreas de artes gráficas, cinema, circo, dança, fotografia, música, teatro, TV, rádio e projetos culturais para pessoas com deficiências. Serão oferecidas 20 vagas. A iniciativa faz parte do projeto ‘Sinal Verde Para a Inclusão" e tem apoio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (SMPED) da cidade de São Paulo. O foco do projeto é formar mão-de-obra qualificada, que possa ser absorvida pela indústria cultural .

Conforme apontam varias pesquisas um dos maiores entraves de inclusão das pessoas com deficiências no mercado de trabalho é a total ausência de programas voltados para qualificar essa pessoa para o universo produtivo, cenário que começa a ser mudado com ações como essa.

Nesse sentido a politica de cotas que, obriga as empresa e o Estado , a destinar vagas para esse segmento, acaba por forçar iniciativas como essas , em que todos saem ganhando. Entretanto , o que fica, além dos benefícios a curto e médio prazo , é a consciência que a sociedade começa a ter de que não dá para tratar da temática das pessoas com deficiência com a velha visão assistencialista que ainda hoje predominante entre a sociedade e as pessoas com deficiência.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Um decreto do Governo Federal criou uma linha de credito especial, com juros e taxas bancarias subsidiados em favor das adquirir equipamentos e recursos da chamada ‘tecnologia assistida’, equipamentos melhoram a qualidade de vida das pessoas com deficiências, Diminuindo assim, o foço da exclusão social desse segmento.

Os bancos serão informado sobre qual são os equipamentos que vao poder ser financiado com os subsídios oriundos desse programa que beneficiará pessoas com deficiência que tenham renda mensal de ate 10 (dez) salários mínimos. O limite do subsidio é de R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhões de reais) por ano que sairá do tesouro para facilitar a compra de equipamentos, recursos e adaptações que resultem em maior autonomia para essas pessoas.

Além do beneficio em si, essa medida merece destaque pela visão não assistencialista , ‘bobona’ que ela traz para a temática da cidadania das pessoas com deficiência . ou seja: não se trata de uma ‘doação’ daquelas cadeiras de rodas de quinta que, só serve para tapa o buraco na ineficiência do próprio estado , mas que esse cidadão , ou seus familiares, o produto que melhor atenda as necessidades dessa pessoa. De outro lado a medida fomenta a fabricação desses insumos e , quem sabe? Haja uma diminuição dos preços hoje cobrados em cadeiras de rodas , próteses etc . quem sabe o dono da Barão se manca?

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

DSC_0388Toda tarde tia Cláudia e tia Mônica tem uma tarefa especial, dar aula para uma turminha de guerreiros cheia de alegria e vontade de viver: são os alunos da Classe Hospitalar do Hemorio. Meninos e meninas que necessitam passar por longos períodos de tratamento e internação naquela unidade de saúde especializada no tratamento da leucemia. Atualmente existem nove classes hospitalares em toda rede municipal de ensino do Rio de Janeiro, projeto coordenado pelo Instituto Helena Antipof, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Educação.

As classes hospitalares têm o objetivo de fazer com que os alunos não percam contato com o conteúdo pedagógico e principalmente exercem um papel decisivo no âmbito emocional dessas crianças, favorecendo até mesmo no tratamento e na recuperação delas. No caso do Hemorio, por se tratar de um centro de referencia no tratamento de doenças hematológicas, o grupo de alunos atendido é diversificado como explica Claudia Pires, uma das professoras da classe.

- A gente recebe alunos não só do Rio de Janeiro, mas também de outros municípios e até mesmo da rede particular, e alunos com deficiência. Isso faz com que haja permanentemente ajustes nesse conteúdo para atender as necessidades desses alunos, relata Claudia, salientando ainda que são atendidos estudantes de todas as séries do ensino fundamental, da creche ao nono ano.

A educadora destaca que o conteúdo dado procura se aproximar ao máximo ao que esse aluno estaria recebendo em suas escolas de origem. Por isso, segundo ela, é sempre tentado estabelecer uma parceria com essa escola o que na visão dela é indispensável para o êxito do trabalho.

- Quando esse aluno vem da rede municipal de ensino fica mais fácil porque já temos, naturalmente, acesso ao conteúdo da SME. Mas de modo geral, nós sempre entramos em contato com a escola para que ela nos mande os conteúdos trabalhados. E quando a criança deixa o hospital fazemos um relatório para que a escola possa tomar conhecimento do que foi dado, essa troca é vital, concluiu a professora .

Lições de vida

Nas classes hospitalares, as atividades procuram reproduzir ao máximo o cotidiano escolar, o que se torna fundamental para o bem estar emocional dessas crianças. As aulas são realizadas numa sala no sétimo andar do hospital, todas as tardes, com as crianças que podem se deslocar, ou ainda, no horário da manhã nos leitos daqueles alunos que requerem maiores cuidados ou que estão mais fragilizados.

Foto Eliane Carvalho (6)

Mônica José dos Santos, professora que também atua na classe hospitalar do Hemorio, fala sobre seu trabalho como uma experiência enriquecedora tanto no âmbito profissional e, sobretudo no aspecto humano. A educadora relata, de maneira afetuosa, como é gratificante estar contribuindo no processo pedagógico e de vida de seus alunos.

- O nosso trabalho aqui é, antes de tudo, um aprendizado diário para mim. A cada dia temos uma lição de vida, não tem como não se tornar uma pessoa melhor quando a gente conhece o ambiente de uma classe hospitalar. Eu amo muito o meu trabalho e sou apaixonada pelas crianças, disse Mônica.

Além dos benefícios na parte educação, o trabalho das classes hospitalares é fundamental no processo de tratamento e de recuperação dessas crianças. O contato com o universo lúdico, de troca e de aprendizagem fortalece a parte emocional desses pequenos guerreiros. Isso é facilmente notado nos sorrisos e olhares arteiros dessa meninada que apesar de tudo tira nota 10 nos itens animação e bagunça.

Ruby de Jesus Aragão tem 7 anos e é uma das alunas no Hemorio. Ela estuda no Colegio Adventista e frequenta a classe hospitalar nos períodos de internação. Ruby está em tratamento há um ano e meio e além da leucemia tem síndrome de Down.

A mãe da menina, Maria Enildes Souza de Jesus, afirma que o trabalho da classe hospitalar está sendo muito importante em todo o processo de tratamento e recuperação da filha. Maria Enildes lembra que na primeira internação a menina estava muito assustada, já agora ela se mostra mais tranquila, o que se deve muito ao fato de Ruby estar inserida na classe hospitalar.

- Eu gosto muito das professoras Cláudia e Mônica, e vejo que elas interagem muito bem com a minha filha. Elas levantam o astral dela, disse Maria Enildes.
Outro estudante atendido é Charles Almeida dos Santos, 12 anos, aluno do 6º ano da Escola Municipal Getúlio Vargas, em Bangu. Segundo a mãe de Charles, Ivanilda Batista de Almeida, esta é a terceira internação do filho, que em breve receberá alta definitiva. Enquanto nos apresentava as dependências da enfermaria do hospital, Charles falou sobre a expectativa da alta do tratamento e dos planos para o futuro:

- Quero ser jogador de futebol, afirmou sorrindo.

o exemplo de Charles , da pequena Ruby e , sobre tudo o trabalho das professoras nos revela que sempre há um amanhecer para quem crer e faz com que o sol nasça , mesmo em momentos difíceis. O trabalho das classes hospitalares é, como bem disse a professora Monica, um aprendizado diário, mas também é um jeito muito especial de crer na vida.

Texto: Fabio Fernandes / Fotos: Eliane Carvalho

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

RIO= Acontece neste fim de semana um curso de capacitação para 40 terapeutas ocupacionais em construção de moves adaptado em PVC para tornar o ambiente domiciliar mais acessíveis para pessoas com deficiência e seus cuidadores. O evento é uma iniciativa da

A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência com apoio da APPAI (Associação dos Professores Públicos Ativos e Inativos do Rio de Janeiro).

O curso será ministrado pela professora Grace Gasparini que desenvolveu o Projeto Mobiliário Adaptado em PVC . Segundo ela, esses recursos de adaptações domiciliar têm auxiliado, tanto na evolução motora e funcional das pessoas com deficiência, quanto na rotina dos próprios pais ao lidar com seus filhos facilitando as atividades de vida diária como higiene e alimentação.

Numa segunda etapa o programa pretende que sejam construídas oficinas para a confecção de móveis adaptados em alguns pontos da cidade e, multiplicar o aprendizado para outros profissionais da SMPD e familiares das pessoas atendidas.

O curso acontece nesse sábado (26), e, domingo (27), 8h às 17h no CIAD Mestre Candeia, que fica na Avenida. Presidente Vargas, nº 1997.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Muitas são as causas da ausência da pessoa com deficiência no mercado formal de trabalho. Desde a falta de infraestrutura acessível, passando pela inexistência dum sistema educacional que, realmente, capacite esses jovens para o mercado produtivo e, porque não dizer? O conformismo de muitos deficientes e de suas famílias que devido ao Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (LOAS) que, ao invés de ser uma politica compensatória, acaba sendo um desestimulo a inclusão dessa pessoa ao mercado de trabalho.

Conforme me contou a jovens ‘S’ de 26 anos , que vive em Campo Grande – Mato Grosso . ‘S’ é cadeirante e conseguiu se empregar, mas acabou deixando o emprego por medo de trocar o ‘certo pelo duvidoso‘ – ‘Não poderia trabalhar registrada porque me disseram q perderia meu beneficio’ , confessa ela . Esse mesmo quadro foi encontrado pela professora Catarina Pereira que anos atrais coordenou um programa de capacitação e encaminhamento para o mercado de trabalho, no Instituto Helena Antipof , órgão da prefeitura carioca, que cuida do ensino especial , em parceria com a Firjan. O programa visava dar inseri no mercado de trabalho alunos com deficiência mental leve. No entanto a professora constatava que as famílias desses alunos, jovens de 15 à 18 anos não queriam que esses jovens chegasse ao mercado produtivo por que não queriam perder os ‘dividendos da deficiências desses jovens’.

Na verdade, o Loas se tornou mais uma politica paternalista, necessário sim , em muitos casos , mas que uma vez mal gerido, acabou sendo um entrave a cidadania das pessoas com deficiências . por outro lado temos que fazer uma auto critica : será que uma família que prefere ‘segurar’ um beneficio de um salario mínimo do que ver seu filho inserido no mercado de trabalho não é tão antiética quanto qualquer politico corrupto? Fica a pergunta..

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Acontece em Curitiba, entre quarta-feira (19) e sábado (22), a edição 2011 do campeonato brasileiro de bocha adaptada. Atletas de todo o país disputaram na capital catarinenses por um lugar no pódio . O Rio de janeiro contará com 12 atletas . o esporte que foi introduzido no Brasil em meado na década de 90 pelo professor Jose Henrique Guimaraens – e bom que se diga isso-. É uma das modalidades do para desporto brasileiro que mais cresceu nos últimos anos.

E já conta com uma posição de destaque no cenário mundial com o feito da dupla, Eliseu e Dirceu, que conquistaram a medalha de ouro e bronze na ultima paraolimpíada- Pequim, 2008.

O campeonato brasileiro de bocha adaptada, promovido pela Associação Nacional de Desporto para deficientes, acontece na Universidade positivo, Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 - Campo Comprido.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Ontem ,06. O Senado federal aprovou projeto de lei criando um programa que visa facilitar o exame de câncer de colo de útero em mulheres que apresentem algum tipo de deficiência física. A iniciativa pretende tornar as instalações dos hospitais do SUS- Sistema Único de Saúde – acessíveis a essas brasileira e , também, atua na sensibilização dos profissionais da área , para as necessidades delas.

Por incrível que pareça essa medida, é sim , necessária, uma vez que chega ser espantoso o despreparo técnico e, ate mesmo ético e humano , de muito na interação com as pessoas com deficiência . isso acaba fazendo com que as famílias evitem de levar essas pessoas aos medidos ‘dos normais’ ginecologistas e muitas outras especialidades medicas simplesmente ignora essa parcela da população .

É evidente que a medida do senado atinge apenas um ponto de uma problemática muito ampla . Toda via , além do câncer de colo de útero ser um dos mais letais , na população feminina, justamente pela falta de prevenção , o que me parece singular é a possibilidade de ser abrir um precedente para outras ações, como essa, sejam debatidas

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Não é novidade a historia da Samara Marinho dos Santos, 10 anos, portadora de paralisia cerebral grave, moradora do Rio de janeiro. Devido a complicação motora ela se alimenta por sonda e cada vez que o tubo da sonda sai sua mãe enfrenta uma verdadeira peregrinação pelos sistema de saúde publico que estar longe de oferecer o tratamento que, como ‘ser humano’, Samara tem direito. Também não são novas as imagens que retratam a carência de uma moradia acessível, de onde a mãe da menina possa sair com a filha.

Cadê o Estado que, conforme a lei deve garantir a toda criança condições dignas de vida. Vida? Será que Samara, nesse 10 anos , experimento o sentido pleno dessa palavra que é tao ‘defendida’ pelos compêndios legais . nossa constituição diz que a vida e a dignidade humano são direitos básicos, que deve ser assegurados pelo o Estado, parece que isso não ocorre com AS SAMARAS ou seja, com as centenas de crianças com deficiência que moram nas comunidades carentes cariocas.

O que anda fazendo o secretario municipal de saúde, ou de assistência social? Será que a Secretaria Municipal da Pessoa com deficiência quer ouvir o relato da mãe dessa menina que, por causa da Deficiência, da incapacidade e da falta de competência de nossos governantes , sofre

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Muito se fala que uma educação de qualidade somente é possível com a união de escola e comunidade. Essa afirmação ganha contornos concretos graças a iniciativas como a do projeto Parceria Saúde, Educação de Surdos e Família, um trabalho inovador que há quatro anos promove a valorização da cidadania de alunos surdos, matriculados em quatros escolas da rede municipal de ensino, todas da 8ª CRE - Coordenadoria Regional de Ensino . O projeto é fruto da união de esforços das educadoras: Verônica Aparecida Pinto Lima e Alessandra Santana com as profissionais da área da saúde do município Maria Cristina Barbosa Justo, fonoaudióloga e Monica Guimarães Arruda que é assistente social. O grupo promove encontros, palestras e eventos realizados regularmente no Posto de Saúde Masao Goto, que fica no Jardim Sulacap, zona norte da cidade.

Eliane Carvalho (8)

Monica Arruda Salienta que o pilar do trabalho é a motivação desses alunos surdos, e de suas famílias, em torno da inclusão.

- Essas famílias são mobilizadas e fortalecidas, para acreditarem na capacidade desse jovem e acima de tudo para que elas tenham certeza de que esses adolescentes surdos têm direitos e que tais direitos precisam ser exercidos – disse Monica.

Outro ponto significativo do projeto é atividade de prevenção à saúde que é realizada nos encontros no posto. A fonoaudióloga Maria Cristina destaca a importância da parceria entre os profissionais das áreas de saúde e educação para que haja uma efetiva melhora na qualidade de vida das pessoas, sejam surdas ou não.

- De um modo geral, acredito que só há um tipo de saúde com qualidade: aquela conquistada por meio da união com a educação. Uma população educada é naturalmente uma população saudável. No caso do aluno surdo, essa parceria - saúde e educação - é ainda mais vital, considerando que ele utiliza a linguagem dos sinais para se comunicar. O profissional de Fonoaudiologia entra em cena para ajudar o professor que lida com esse aluno surdo em sala de aula, afirmou Maria Cristina.

Atualmente, o projeto atende, no posto em Sulacap, 24 adolescentes surdos e suas famílias. Entre as atividades oferecidas estão à oficina de Libras (a linguagem dos sinais) realizada três vezes na semana, palestras sobre saúde bucal, atendimento ginecológico voltados para as alunas surdas. E, há casos de atendimento de alunos de outras escolas.

- Temos alunos surdos de 18, 19 anos de outras unidades de ensino que apesar de não estarem diretamente atendidos pelo projeto recebem orientações da Monica, nossa assistente social. Com isso, posso dizer que hoje aproximadamente 200 pessoas participam do nosso trabalho, concluiu Maria Cristina.

E os benefícios desse trabalho em parceria de escola e comunidade se traduzem em historias como a de Bruna de Alvarenga Moreti Poubel, 15 anos, aluna da Escola Tarso da Silveira. Participante do projeto desde o início, no ano passado Bruna saiu da classe especial de jovens surdos para ser inserida em uma de alunos ouvintes. Ela recebeu apoio das profissionais do projeto nesse delicado momento de transição. Com a ajuda da professora Veronica Lima, Bruna relatou sua experiência:

Eliane Carvalho (6) - No começo, foi muito difícil, por que os alunos 'ouvintes' tinham muito preconceito comigo. Mas agora com a ajuda do projeto, essa relação melhorou', contou Bruna.

A mãe da Bruna, Eliane de Alvarenga Cordeiro, falou da importância do reconhecimento da língua de sinais como o instrumento que viabiliza uma efetiva inserção, não apenas da Bruna, mas da pessoa surda na escola e na sociedade. Para ela, a ação do projeto foi muito importante no processo de inclusão da filha na nova classe.

- Quando a Bruna mudou de classe foi difícil, por que na sala dela não tinha o intérprete de Libras, somente no final do ano passado a turma passou a contar com um. Nesse momento, o projeto me ajudou muito. A fonoaudióloga Maria Cristina começou a trabalhar com a Bruna e tudo melhorou. Mas nossa luta pela a inclusão está apenas começando, relatou Eliane.

Mais informações sobre o projeto Parceria Saúde, Educação de Surdos e Família podem ser obtidas, de segunda a sexta-feira, entre 13 e 17h, no telefone 3111-6202, ou fazendo uma visita ao próprio Posto de Saúde Masao Goto , na Avenida Carlos Pontes, Jardim Sulacap .

sábado, 10 de setembro de 2011

A Lei que isenta da cobrança de impostos como , O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), dos veículos adquiridos pessoas com deficiência , é discriminatória e favorece uma minoria de pessoas que apresentam pequenas limitações , e consegui conduzir seus carros . A lei é cambeta , injusta e reflete exatamente o que é o movimento das pessoas com deficiência no Brasil que, no lugar de lutar para os direitos conquistados beneficiem a todas as pessoas , seja qual for sua deficiência, cria , na verdade . privilégios , para um grupinho que legisla para si mesmo.

Por certo as associações que, teriam o dever de defender os direitos de TODAS PESSOAS com deficiência e, de propor ações publicas de interesse de todo o segmento , não estão minimamente comprometidos com direitos daquelas pessoas que apresentam quadro mais graves de deficiências e, que em virtude disso , teriam que ser os primeiros a serem beneficiados por qualquer projeto de Lei, que pretenda tapar as deficiência do Estado, em relação as pessoas com deficiência,

É bom que se diga que isenções e gratuidades conseguidas a esse segmento não nenhum favor. Pelo o contrario, revela a incapacidade da sociedade e do Estado de criar um mercado produtivo , de fato inclusivo , em que as pessoas com deficiências possam produzir e adquirir seus bens sem qualquer subvenção, mas se, pelo visto, essa sociedade verdadeiramente inclusiva está longe de ser realidade , que pelo o menos as chamadas politicas compensatórias beneficiem a quem, de fato precisa.

sábado, 20 de agosto de 2011

Pode ser uma visão romântica, mas não consigo ver a atividade jornalística fora de um comprometimento, ético, com desenvolvimento do individuo, com o reconhecimento da cidadania dos mais diversos segmentos ect. O ato de informar a população sobre a realidade que a cerca, é , tem que ser , uma ação inclusiva. Toda via e, diga-se de passagem, ai que a porca torce o rabo, é que na maioria das pautas que ‘presumidamente’ se defende a temáticas da inclusão das pessoas com deficiência , não tem nada de jornalismo.

O hiato entre a temática da pessoa com deficiência em relação é tão grande que, o que assistimos normalmente são matérias planfetárias, politicamente ‘corretinhas’ que parte sempre do mesmo ponto de vista e dão num tipo de assistencialismo ralo que , só serve para a turma da ONG da vez aparecer bem na foto. Uéh, quem disse que o ‘da cadeira de rodas’ tem que ser o bonzinho, o fraquinho que precisa ser defendido dos malvados?

Há casos que sim, há casos que não.

Logico que existe uma vulnerabilidade econômica, social profunda em relação às pessoas com deficiência que precisa ser posta . É patético pensar que um salario menino supre as necessidades vitais de uma pessoas que, muitas vezes , além da deficiência , tem varias doenças decorrentes. Contudo, mesmo nesses casos , não acredito que o enfoque paternalista colabore, de modo estrutural, para qualquer mudança. Por uma razão muito simples: repórter não é assistente social nem irmã de caridade. Isso significa dizer que o trabalho a ser feito não é comprar a briga de A ou B, mas sim mostrar o que estar acontecendo.

Obvio que o repórter que sai as 6h da manhã para , na correria da redação, entregar, ao meio-dia uma matéria editada , boa e cheirosinha , não vai se preocupar com isso . mas, alguém tem que ser chato , e ver as consequências do que produzimos e publicamos diariamente .

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

A mostra ‘Assim Vivemos’5° Festival Internacional de Filmes Sobre Deficiência, em cartaz no Centro Cultural do Banco do Brasil, traz filmes que retratam o cotidiano de pessoas com deficiência pelo o mundo . documentário , curtas e longas metragem, farão parre da programação que acontece de 16 a 28 de agosto. No CCBB e depois roda a rede do SECS, em algumas capitais.

As sessões contam com recursos que, tornam os filmes acessíveis para as pessoas cegas- com a auto descrição – e surda, com a tradução em Libras . Para conferir mais informações acesse o sitte do festival: http://assimvivemos.com.br/wp/

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A Prefeitura do Rio de janeiro, por intermédio da Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego, disponibiliza 87 vagas de empregos para pessoas com deficiências . os postos de trabalho são oferecidos por empresas do ramo comercial, sendo 25 vagas de empacotadores, 32 como repositores de mercadorias e 20 para auxiliares de limpeza.

As vagas são destinadas para pessoa com deficiências física leve, e com surdez parcial, que tenham concluído o ensino básico, também há 10 vaga para operador de caixa neste caso , os candidatos precisam ter o ensino médio completo.

Os interessados em preencher essas vagas deve se cadastrar nos seguintes locais: na Tijuca (Rua Camaragibe, 25), em Jacarepaguá (Estrada do Guerenguê, 1.630, 2º andar), no Méier (Rua 24 de Maio, 391), na Ilha do Governador (Estrada do Dendê, 2.080) e em Campo Grande (Rua Barcelos Domingos, 162), no horário comercial . os interessado deve levar Carteira do Trabalho e Previdência Social, documento de identidade, CPF e PIS. Mais informações podem ser obtidas no Twitt www.twitter.com/queroemprego.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Apenas para não esquecemos sobre o que estamos falamos, ao nos referir sobre a temática da inclusão das pessoas com deficiência , precisa-se ter, de forma muito nítido o real quadro de extrema exclusão social que a maioria desse segmento vive atualmente. Muito embora uma aparente intensão de se conceber um contexto inclusivo, ao analisar a realidade dessa parcela da população brasileira constatamos por exemplo que cerca de 90 por cento das pessoas com deficiência vivem abaixo da pobreza. Este é, sem duvida um dos segmentos sociais mais propensos a viver em condições de miserabilidades extremas pela a total falta de comprometimento do Estado e, mais ainda da sociedade , em promover politicas de valorização da cidadania desse sujeito. Enquanto os caciques do movimento das pessoas com deficiência então em suas ONG’s – entidades altamente lucrativas- promovem seminários e campanhas publicitarias, pessoas como as irmãs gêmeas, Carla e Camila, 15 anos, com grave deficiência física e mental esperam a mais de cinco anos por uma operação de escoliose, no Sarah.

É tão nítida a farsa da chama ‘inclusão’ que, embora haja leis que prever as famosas cotas de ingresso , tanto ao mercado de trabalho como ao ensino superior, não há , nem em sonho, o intuito de fazer dessas universidades ou, esses postos de trabalhos sejam adaptados as competências diferenciadas desse individuo. O que é vital para este sujeito esteja, de fato, inserido, ou seja: participando ativamente desses ambientes.

Na realidade o que se visa é apenas se da privilégios- cotas e gratuidades afins, do que elaborar instrumentos e mecanismos de acesso aos serviços básicos: transportes, saúde educação ... Será que é tão absurdo preteri que 15 % da população brasileira tem uma vida digna ? Fatos como esse ou , escândalos como o da Açã CrIsta Vincett Morret , na zona oeste no Rio ,que mantem cerca de 60 pacientes psiquiátricos nas piores condições de sobrevivência, parece não merecer a atenção das estancias do Estado nem da sociedade que, se dizem defensoras dos direitos das pessoas com deficiência.

Eu jamais vi qualquer comissão sendo criada para averiguar as condições sub-humanas que centenas de cidadãos brasileiros vivem em várias clinicas e entidades que, via de regra são verdadeiras lixeiras de seres humanos, jamais li qualquer manifesto das associações de ‘coleguinhas’ dos deficientes físicos, tentando alterar esse vexatório quadro. Indo direto ao ponto: O que fica latente é que: é muito mais interessante, para as chamadas entidades de defesa das pessoinhas especiais, os holofotes da mídia do que uma efetiva mudança de paradigma .

segunda-feira, 4 de julho de 2011

A parti dessa segunda , dia 04, as emissoras de tv’s abertas serão obrigadas a veiculadas, pelo o menos duas horas, de programação com um recurso de audiodescrição que torna o conteúdo acessivo as pessoas cegas . Segundo Ministério das Comunicações, daqui a dez anos as tv’s terão que oferecer 20 semanas com esse recurso.

Mas apenas os aparelhos de tv com sinal digital poderão ter acesso ao mecanismo que se assemelha ao recurso de legenda oculta – alias nunca entendi essa expressão.- que é usadas pelas pessoas surdas .os primeiros programas a ser disponíveis com a audiodescrição são os filmes. Hoje se algum cego tiver saco de ve o filme da tela quente, da Rede Globo, já poderá assisti-lo com o novo recurso .Lamento informar aos cegos que o sexy hot está fora dessa. Já pensou Alex?

sexta-feira, 17 de junho de 2011

A Policia Militar do Estado de São Paulo lançou, nessa sexta (17) uma cartilha que visa facilitar a abordagem e o atendimento a pessoas com deficiências. O proposito da publicação é levar, aos policiais paulistano, dicas e orientações de como abordar e se comunicar com este público independente da sua deficiência quer seja física, visual, auditiva, intelectual ou múltipla.

A cartilha trás noções básicas da Língua Brasileira de Sinais, usada na comunicação com pessoas surdas bem como, dicas para o transporte de cadeirante, além de outros itens importantes.

A iniciativa do governo do Estado de São Paulo deveria ser copiada uma vez que, em todo o país, pessoas com deficiência são vitimas do despreparo de policiais , seja ao ir dar queija em um distrito policial , ou quando são abordadas, de formas truculência em operações de patrulhamento .

Leia mais: http://www.redebomdia.com.br/noticias/dia-a-dia/57306/policiais+militares+recebem+orientacoes+para+o+atendimento+a+pessoa+com+deficiencia

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O governo federal , através do Ministério da Educação, decidiu fechar até o final do ano, uma Escola de Ensino Regular Especializada na Educação de cego que faz parte do o Instituto Benjamin Constant. A atitude que , contraria a todos os segmentos envolvidos- pais dos alunos , professores e ativistas do movimento das pessoas com deficiência, tem como pretexto o argumento de que os aluno que hoje estão na instituição, deve ser inseridos em escola do ensino regular da Prefeitura do Rio.

Obviamente a inserção escolar dos alunos com necessidades especiais é conquista única na historia da cidadania desse segmento . No entanto, não é nada plausível querer, numa caneta se por uma par de terra num serviço educacional de excelência que vinha sendo oferecido a esses alunos e que, dificilmente terá continuidade nas escolas que receberão esses jovens. Basta dizer que, no ensino regular não conta se quer com livros didáticos em BRELLE. O que poderia ser feto pela a instituição que o MEC que fechar.

O fato é que , os profissionais que, hoje atuam na escola do Instituto Benjamim Constam poderiam ser os principais aliados desse processo inclusivo , repassando seus conhecimento para os professores que receberão , no próximo ano, essa gama de alunos sem receber qualquer capacitação para ensina-lo .

Os gestores do MEC deveriam saber que a inclusão de alunos com necessidades especiais é um processo que deve se feito com responsabilidade – observando o contexto de nossa de aulas e dando condições para que esse aluno seja , de fato inseridos e não fique no canto da sala de aula , tendo que superar , além das suas limitações, as deficiências de uma inclusão realizada arbitrariamente.

sábado, 4 de junho de 2011

O primeiro campeonato carioca de bocha adaptada promove sua segunda etapa , no dia 11 de junho, das 9h , às 17h, na sede do clube Arouca que fica em um condomínio da Barra da Tijuca. A iniciativa que reuni equipes de bocha adaptadas do Rio ; Niterói; Petrópolis e Seropédica , visa fortalecer a pratica desse esporte paraolímpico em nosso estado, além de servir de preparação para os atletas que irão participar da modalidade , no final do ano.Certa de 30 participar do evento,

sábado, 28 de maio de 2011

A inclusão das pessoas com deficiência deve permear a questão da cidadania brasileira. Que e debatida , não pelo ‘grupinho de sempre’. O grande pulo do gato , em relação a inserção é fazer com que a sociedade brasileira veja que promover condições mínimas para que; cerca 14 por cento da população brasileira possa existir , como cidadãos de direito , é um deve da sociedade brasileira .

Na contramão disso , o que se nota é que cada vez mais se ratifica uma maneira excludente com que se debate a cidadania de repito, 14¨% dos brasileiros . como se esse fosse, assunto menor ou que só preocupa àquelas ‘boazinhas’ ou que alguém ‘ESPECIAL’ em casa . enquanto isso se perdura as praticas sociais excludentes que sempre delimitaram a existência das pessoas com deficiência aos guetos de sempre: ás escolas especiais ; ás clinicas de reabilitação e ao poucos seminário que realizamos. E , onde as mesmas figurinhas falam a mesma ladainha

Ao contatar esse cenário fica fácil descobrir porque questões centrais do processo inclusivo das pessoas com deficiência como: acessibilidade nos centros urbanos e politicas reais de inserção desses sujeitos ao mercado produtivo e a EDUCAÇÃO INCLUSIVA, como o principio de valorização da cidadania de todas as crianças – com e sem deficiência- não passam de bela retorica que, todos acham bonitinho mas ninguém coloca em pratica .

domingo, 22 de maio de 2011

Todos sabem do meu entusiasmo em relação a educação inclusiva . o processo histórico que possibilitou – nos meados da década de 90- a convivência de meninos e meninas com e sem deficiência , na mesma sala de aula, é na visão um dos mais significativo passos que a gente deu no sentido de uma sociedade que busca se conceber sobre um patamar humano melhor. Eu vivi, e ainda vivo , como reporte essa efetiva REVOLUÇAO que a inclusão escolar nos levou a vivenciar.
Toda via , a gente ver que ainda hoje existem setores da sociedade , em particular ligada a educação , e pior ainda , a educação especial , que se colocam contrariamente a esse processo que, é consagrado em vários documentos e tratados mundiais . embora a gente saiba que , nas maioria das salas de aulas , a tão decantada inclusão de alunos especiais é um fenômeno muito mais estático do educacional / sociológico de uma politica comprometida com o amadurecer das relações humanas , se opor a inclusão é afirmar que não se é capaz de se conceber sujeitos (professores , alunos ect) capazes de estar num cenário sociológico , cada vez mais tracejado pela diversidade . já estar provado que é burra a exclusão , é imbecil pensar que a sociedade conseguirá trancafiar 12 % da população brasileira em manicômios ou em escolas especiais.
O que me parece evidente é que a ideia de que somos capazes de ter , nos pátios de nossas escolas, meninos e meninas com e sem deficiências, é uma conquista que não pertence apenas ao território da escola . promover a inserção de alunos com necessidades especiais é um ato de mostra a evolução cultural e humana da sociedade. É preciso compreender que, uma escola inclusiva forja sujeitos melhores do que você e eu.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Antônio José do Nascimento Ferreira é mais um daqueles fantasmas das ONGs la de onde Judas perdeu as botas, e que , do nada ocupa uma secretaria do governo Dilma. O anuncio foi feito , ontem , durante reunião do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONADE), pela Ministra Maria do Rosário .

O Ministro já pega uma pedreira de entrada: os surdos de todo o país debate sobre o direito de ser inseridos em escolas do ensino regular, diga de passagem que a lei de diretrizes e base da educação é da década de 90, pelo visto nosso Ministro terá que ter muita paciência , afinal de contas , quando se trata da inclusão das pessoas com deficiência as coisas andam a passo de tartaruga amputada . Boa sorte ao novo Ministro

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Dançar é um ato de liberdade e igualdade : É assim que a professora de dança , Tatiane Mahs, 30 anos. Define a expressão artística que ensina a um grupo de alunos com necessidades especiais de uma escola de Jaragua do Sul, em Santa Catariana. O grupo existe a quatro e faz da arte da dança um instrumento transformador : capaz de quebrar tabus e traduzir a plenitude de pessoas com deficiências motoras e metais . Segundo Tatiane o projeto tem com principio valorizar a autoestima dos alunos, concebendo um fazer artístico que faça com que eles vença seus próprios medos uma vez que a media de idade é de 30 a 40 anos. Tal processo , diz a professora , que foi a maior conquista de todo o grupo : ‘No inicio foi muito difícil, vinha a vergonha, a insegurança, aos poucos fomos trabalhando isso no grupo todo, e hoje somos um sucesso’. Diz Tatiana.

Atualmente o grupo conta com três integrantes e três professores. A professora explica que nas apresentações , cada professor auxilia a um aluno a executar os movimentos da dança , Tatiana também ressalta que a concepção das coreografia é realizada a partir das ‘limitações dos alunos: ’ a forma como montamos coreografia, vem basicamente do que os alunos conseguem fazer, Adaptamos as coreografias nos posicionamos para ajuda-los a saírem das cadeiras de rodas, a caminharem dentro da coreografia. Em fim para a dança aconteça de fato’ ratifica ela , que comenta a interatividade entre alunos e professores não se dá apenas no palco , mas em todo o processo de criação coreográfica: eles tem a participação total na montagem das apresentações .’ conclui a professora.

Tatiana acredita que o trabalho do grupo é um instrumento de transformação da visão da sociedade em relação ás pessoas com deficiências . e é justamente esse compromisso que ela e seus colegas, os bailarinos e professores Alenor, Fabio, Fabiane e os alunos tati, janira, wanderlei. Buscam passar para o público. Ela revela que o intuito do grupo é fazer um trabalho que possa romper barreiras e, principalmente superar preconceitos.

‘Nosso objetivo era mostrar para quem nos assistisse que a DANÇA É PARA TODOS. Nosso desejo é de fazer uma dança diferente que repercute na cidade e nas regiões, nosso grupo teve oportunidade convites para diversos eventos e isso que nos deixa mais feliz, pois sabemos que foi aprovado nosso objetivo e que todo gostam.’ Concluir ela

Para terminar nossa conversa peso a Tatiane que me defina: o que é dança.

‘Através da dança eu me liberto de tudo, e me torno igual a todos. É poder ir dançar para um público que te aplaude de pé, não por pena, mais aplaude de pé de orgulho e por nossa capacidade e mostra que somos iguais a todos.’ É com esse ato de beleza e cidadania que nos mostra o vídeo do grupo de Tatiane.

domingo, 1 de maio de 2011

Sem duvida, para o Governo Dilma é um gol de placa o lançamento da Campanha nacional de acessibilidade , no intervalo do campeonato carioca entre Vasco x flamengo,hoje . Não resta a menor duvida de que a temática da acessibilidade tem que fazer parte das preocupações de todos os setores da sociedade brasileira. Foi um momento ‘fofinho’ e politicamente correto, a entrada de crianças e pessoas com deficiência carregando a bandeira da campanha no intervalo do primeiro tempo. O problema é que no jogo da inclusão se joga muito para torcida e dificilmente saímos do 0x0.Alias, zero é o numero de moradias construídas pelo o programa 'Minha Casa minha vida', do governo federal, que contemplam condições de acessibilidade para as pessoas com deficiência. E é nesse jogo de empurra, empurra, ou nessa política do faça o que eu digo mas não faça o que eu não faço ,que a temática de cerca de 24 mil de brasileiros vem sendo tratada pelo Estado brasileiro do veriadozinho que, na campanha eleitoral doa cadeiras de rodas e depois de eleitor não está nem ai se há transporte público adaptados, ruas com rampas ect, a Presidenta da Republica.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Foi no mínimo desrespeitoso o quadro, ‘casa dos autistas’ criado pelo o programa Pânico na TV, em alusão ao Riallit CASA DOS ARTISTAS , do SBT . os coleguinhas da produção do Pânico, já deram provas do mal gosto e da mentalidade medíocre e preconceituosa em vários outros quadros . Mas nunca imaginei que a estupidez chegasse a tal ponto.Todos nós que trabalhamos com comunicação temos obrigação de prezar pelo o respeito e a ética , fazer ´piada’ com pessoas que tem características de problemas de saúde é, antes de tudo, não ter as mínimas condisoes de ocupar uma cadeira de redator , produtor ou diretor de programa de tv Ainda bem que o Ministério Publico , atendendo à solicitações de entidades ligadas ao pais de crianças autistas, tirou o quadro do ar alem disso , puniu os produtores do programas .

sábado, 16 de abril de 2011

Atento ao noticiário da tragédia ocorrida numa escola municipal de Realengo, zona oeste o Rio de janeiro , me chamou atenção como a doença mental foi rapidamente associada ao assassino das 11 crianças . Foi como soma 2+2 chamar de ‘doente mental’ alguém que teve sim, em um momento de privação da razão, cometendo um ato que abalou toda sociedade brasileira. Não quero entrar no mérito medico , mas gostaria de refletir, com você, como as pessoas com doenças ou retardo mentais, são equivocadamente percebidas socialmente . Quer ver um exemplo tolo? Mas que, certamente eu, ou qualquer motorista ao levar uma fechada no transito não gritou , em alto e bom som: ’Seu retardado!!’, ao motorista barbeiro? Pode crer, pessoas com retardos mentais não dirigem, ou seja, o retardado da historia é você que não sabe o que diz. Essa ilustração serve para eu e você possamos pensar em como as pessoas que tem algum tipo de retardo mental são desqualificadas, discriminadas e, no caso que deu inicio a esse texto , ate mesmo, crimenalizada, de forma totalmente irresponsável pela imprensa . A regra nos mostra que indivíduos com patologias mentais não são , na sua grande maioria, violentos. Pelo o contrario: há dados e estudos, que declaram que essas pessoas são vitimas de violências cometida por indivíduos não deficientes .É lógico que alguém que entra numa escola e assassina crianças indefesas está totalmente fora de qualquer padrão de normalidade psíquica , Toda via, querer colocar a doença mental como o grande vilão dessa historia ,sem fazer as ressalvas necessária , é uma falta de respeito para com um segmento da sociedade que merece todo nosso afeto e respeito.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Agora que a folia passou é hora de corrigir os erros cometidos cometido em relação ao setor 13 da marques de Sapucaí que é destinado às pessoas com deficiência , so para reavivar nossa memória: o setor 13, tradicionalmente foi um exemplo de um espaço acessível , e mais do que isso , democrático para todos cidadãos que tem algum tipo de deficiência . Infelizmente, no ultimo ano foi alterado o sistema de distribuição dos convites que possibilitava a pessoa com deficiência, residentes nos mais longínquos bairros da cidade, ter seu ingresso assegurado nos dias de desfiles. Ao invés das entidades representes repassar esses ingressos as pessoas com deficiência , o que facilitava muito o acessos das pessoas que moram em bairros mais distantes do centro , esse sistema foi substituído por um modelo que está totalmente em desacordo com as necessidades das pessoas com deficiência que vivem em nossa cidade: pelo o atual sistema de distribuição dos convites apenas o próprio sujeito com deficiência , ou alguém de sua família , pode retirar os convites , que são distribuídos no Centro da cidade , na semana que antecede o carnaval . É obvio que esse sistema restringe e dificulta, imensamente, o aceso de centenas de deficientes que tem dificuldade de locomoção. É fato conhecido de todos que, os sistema de transporte urbano do rio não oferece o mínimo de acessibilidade a , por exemplo, pessoas que usam cadeira de rodas . Em virtude disso é que , nos , pessoas com deficiência que moramos na Zona oeste , em Santa Cruz, em Bangu, famílias inteiras que nos dias de carnaval podiam oferecer momentos de Lazer a seu parente, com graves deficiências físicas,. Mental ou de outros gênero que vinham em grupos aos sambodramos . Meu Deus , sera que os atuais organizadores , desse setor, não vem que deveriam facilitar ao Maximo a VIDA DESSAS PESSOAS E DE SUAS FAMILIAS , ao invés de criar empecilhos que não levam a lugar nenhum?

quarta-feira, 30 de março de 2011

O instituto Benjamin Constant , na Urca, teve a escola que, atendia aos alunos cegos fechada . A unidade educacional que, funcionava em regime de internato- algo medieval diga de passagem – fechou as portas na ultima sexta-feira , deixando os pais do alunos surpreendidos . os alunos estão sendo colocados, eu disse ‘colocados’ em classes das escolas do município. Segundo fontes , as escolas que estão recebendo esses alunos não foram preparadas para atender essa nova clientela: Não há professores especializados em Brille tão pouco as instalações dessas escolas são acessíveis para pessoas cegas. Mais uma vez a inclusão escolar de alunos com necessidades especiais acontece em meio a ações não pensadas, pessimamente planejada e, o que é pior, sem qualquer tipo de dialogo prévio com aqueles que tem suas vidas totalmente transformadas da noite por dia Obviamente , qualquer modelo de escola que isola, exclui crianças e jovens , correspondem a uma visão preconceituosa e criminosa que, perdurou por muito tempo em nossa sociedade em relação as pessoas com deficiências. Mas, a inclusão não pode feita no improviso ate porque estamos lidando com pessoas e não com robôs

segunda-feira, 21 de março de 2011

Sem duvida terá um ‘q’ a mais o campeonato regional leste de bocha adaptada que acontece no próximo fim de semana , de 24 à26, nas dependências do campus da Universidade Rural, Seropédica . Será uma oportunidade para dezenas de professores, pais e da comunidade daquela região local ver de perto como pessoas com graves deficiências físicas e motoras podem sair da mesmice das escolas especiais ou do isolamento de sua casas e serem verdadeiros campeões . A competição reuni atletas da capital fluminense, de Petrópolis e sul de Minas. Entretanto, muito alem das medalhas ou de ser , meramente, uma classificatória para o campeonato nacional , essa seletiva delimita um novo espaço em que , a pessoa com deficiência poderá mostrar suas potencialidades . saíramos todos vitorioso no próximo sábado
Sem duvida terá um ‘q’ a mais o campeonato regional leste de bocha adaptada que acontece no próximo fim de semana , de 24 à26, nas dependências do campus da Universidade Rural, Seropédica . Será uma oportunidade para dezenas de professores, pais e da comunidade daquela região local ver de perto como pessoas com graves deficiências físicas e motoras podem sair da mesmice das escolas especiais ou do isolamento de sua casas e serem verdadeiros campeões . A competição reuni atletas da capital fluminense, de Petrópolis e sul de Minas. Entretanto, muito alem das medalhas ou de ser , meramente, uma classificatória para o campeonato nacional , essa seletiva delimita um novo espaço em que , a pessoa com deficiência poderá mostrar suas potencialidades . saíramos todos vitorioso no próximo sábado

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Teoricamente, as escolas do ensino especial, que atendem alunos com deficiências graves, deveria ter com principal meta preparar e estimular seus alunos e alunas para ser inseridos no ensino regular. Entende-se que a escola especial existe para prover recurso educacionais específicos para que esse aluno possa adquirir autonomia necessária para que essa pessoa tem o direito de viver inserida em sociedade. Pelo visto essa premissa não fazem parte do cotidiano dos professores de Flavia Barbara, 25 anos, que ‘estuda’ em uma escola especial do Município do Rio .

Segundo o relato de uma das professora Flavia, que tem um grave comprometimento motor, estuda em uma turma de alunos com retardo mental, mesmo não mostrando ter nenhum tipo de retardo. Conforme o relato dessa professora, a aluna tenta emitir fonema e se mostra atenta a tudo o que acontece a sua volta. Atenção da professora de certamente não é tão aguçada como a da garota , uma vez que nos mais de oito anos em que a moça estar na escola, ninguém foi capaz de estabelecer um modo alternativo de comunicação que possibilite o processo de aprendizagem da jovem. Flavia estar contada a viver excluída não por sua deficiência, mas sim por um mal que não tem cura: o conformismo e a absoluta falta de compromisso com o ato de educar que, tristemente assola alguns de nossos professores.

falta de compromisso que leva a cenário inacreditável em que, em pleno 2011 pessoas sofra o preconceito e a negligencia da sociedade que deixa centenas de Flavias, vivam no obscurantismo da

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Pesquisa realizada por ong paulista registrou uma queda no numeiro de pessoa com deficiências empregadas com carteira assinada. Segundo o estudo da ong ‘espaço da cidadania’, em dezembro de 2007, 348,818 pessoas com algum tipo de deficiência conseguiram ter acesso ao mercado formal de trabalho , já em 2008 este numero caiu para 323.210 pessoas. No entanto, a pesquisa revela que, nesse mesmo período , houve um aumento de postos de postos de empregos . Entre 2007 e 2008 o número de trabalhadores cresceu de 37,6 milhões para 39,4 milhões.

Estudos como este vem confirmar o que nós, do eficiente em foco, estamos cansados de falar : não será com politicas assistência e protecionistas que iremos criar um caldo de cultura significativo que torne real a inserção das pessoas com deficiência nos setores produtivo da sociedade. Basta olhar, com o mínimo de atenção , para constatar que a lei das costas criou, na verdade, um cenário de sub empregabilidade nas empresas que , por força da lei empregam um numero determinado de pessoas com deficiências, mas não leva essa empresa a ter uma postura efetivamente inclusiva em relação a esse trabalhador.

Pelo visto as pessoas com deficiência ainda tem um longo caminho em direção a uma cidadania plena. O que se ver é que esse individuo saiu dos quartos escuros os das instituições de isolamento para ser , no máximo auxiliar de serviços gerais, nas grandes redes de supermercados. Essa é a inclusão que se tem hoje.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Este pequeno vídeo amado mostra a historia de Mariana, 22 anos, que tem um grave quadro de paralisia cerebral e microcefalia. A moça ‘vive’ com a mãe, no bairro Califórnia que fica na cidade baiana de Itabuna, em um barraco com esgoto a sua porta e sem qualquer assistência medica , de saúde básica ou terapêutica que, por exemplo, amenizassem a escoliose que já toma boa parte de suas costas. O vídeo que, diga de passagem , se torna cada vez comum nas redes sociais reflete algo que vai muito além de um drama pessoal, a historia de Mariana e sua brava mãe, dona Eunice, nos mostra a mentira que é a inclusão das pessoas com deficiência no Brasil.

Mentira que a gente finge ser verdade quando nos esquecemos de que o conceito de inserção social e, no campo da cidadania, tem a obrigação de conceber uma efetiva reestruturação dos serviços públicos de saúde , habitação , urbana que possa garantir à pessoas como Mariana condições básicas de sobrevivência, enquanto fingimos que a inclusão é algo que pode ser comodamente resolvidos sem se perpasse por uma nova postura social e cultural que provoque um olhar humano: que assista pessoas como Mariana nos seus DIREITOS básicos de pessoa humana, a inclusão não passará de uma bela figura de retorica com a qual, todos concordamos mas ninguém se dispões a colocar em patrícia.

É fato que Mariana não vai andar , falar, ou sair de seu quadro de retardo mental. Entretanto, também é fato que não é por causa disso que a jovem deixa de ser ‘pessoa’ que tem direito a viver com o mínimo de conforto. Algo que não seria tão difícil se aqueles que ‘falam’ sobre inclusão das pessoas com deficiência soubessem, de maneira efetiva da importância desse assunto , ao invés de reduzi-lo a discursão sobre vagas em estacionamento.

Caso alguém queira ajudar a moça no rodapé do vídeo há mais informações

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Legal: As pessoas cegas ou que possuem um baixo nível de visão, tem acesso a livros gravados através da Audioteca Sal e Luz, uma entidade liotrópica e sem fins lucrativos. O serviço conta atualmente com um acervo de cerca de 2.700 títulos entre literatura em geral, textos religiosos e provas corrigidas voltadas para concursos públicos. O material e gravado em fitas, cds e mp3 e emprestados gratuitamente aos usuários de todo o Brasil.

Apesar da importância desse trabalho , de utilidade publica, a entidade luta bravamente para não fechar as portas. Então, além do lembrete para as pessoas cegas, que desejarem ter acesso aos livros falados, fica também o recado para as empresas abraçarem essa causa que é de extrema relevância. A Audioteca Sal e Luz funciona de segunda à sexta-feira entre 8 e 16 horas na Rua Primeiro de Março, nº125, 7’ andar, Centro da cidade do Rio de janeiro e mais informações podem ser obtidas pelo o telefone: (21) 2233-8007, ou ainda no sitte: http://audioteca.org.br/noticias.htm

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Através do e-mail glauciagarcia@cv.com.br , pessoas com deficiência , de todo o Brasil , podem enviar curriculum para recrutamento nas áreas de: Administração de Empresa, ciências contábeis, secretariado, direito, entre outros postos. IMPORTANTE: no campo do assunto, no e-mail deve ser escrito ‘programa diversidade’ . boa sorte..

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

O Planetário da cidade do Rio de janeiro, na Gávea, zona sul, promove um programa de visitação guiada em Libras – língua brasileira de sinais. Segundo o portal da prefeitura do Rio .são utilizados projetores e conta com a participação de um ator surdo que interagem com o público apresentando os planetas, as estrelas e constelações. As visitas são realizadas com agendamento prévio pelo o pelo telefone 2540 0610.

Os heróis surdos que conseguirem agenda essa visita ‘POR TELEFONE’ poderão ter acesso a um dos poucos espaços culturais que , pelo visto, se preocupa em oferecer cultura que, diga-se de passagem, é um direito básico de todos os cidadãos a uma parcela significava da população carioca . atitude que deveria ser uma preocupação básica de todos os espaços de cultura e lazer, público ou privados de toda cidade. De qualquer forma fica o lembrete, a Fundação Planetária da Cidade fica Rua vice-governador Rubens Berardo, 100 – Gávea. Sitte: http://www.planetariodorio.com.br/