terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Por todos os caminhos, que forem seus passos, ame. Por todos os mares, que forem seus olhos, amem. Pois, o amor é a única luz que ficará de todo o seu viver. O amor é o único caminho que deixaras, mesmo a quem  você não conheceste. Ame , assim mesmo. Pois, quando seus pés não puderes caminhar , mesmo quando seus braços não puderem abraçar nem sua voz for ouvida, você vai está presente no amor que semeou. 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

A imagem que ilustra esse breve texto é uma da mais representativas quanto ao que eu, pessoalmente, julgo ser a essência de qualquer sociedade inclusiva . no vídeo que recebi no meu facebook , meninas , sendo uma cadeirante, brincam de roda. Simples assim , uma cena clara de troca entre seres humanos sem retoricas, ou papo furado . mas , porque eu puxei esse assunto para começar esse texto ? nesses anos todos que atuo na temática inclusiva  algo que sempre me impressionou foi a desconexão entre a fala sobre a inclusão das pessoas com deficiência e a construção de uma sociedade voltada para o individuo , esteja ele numa cadeira de rodas ou não.
Ao longo do tempo, na minha opinião, a gente, a gente mesmo, ate eu devo ter cometido esse erro , construiu uma falácia que permite que um governo que é de claramente opostamente aos valores humanos , que estimula o armamento da população , tome para si, o titulo de ‘inclusivo’. Inclusivo? Pode ser inclusivo um estado que fomenta o rancor , o ódio , a insanidade nos relacionamentos humanos? O pior é que a gente permite que isso aconteça passivamente.  
 Longe da honestidade , claramente vista nesse simples vídeo, seguimos falando sobre inclusão sem ter, na maioria das vezes,  a real  dissenção do que estamos falando. Tomara que essas meninas que brincam de roda, nos ensinem o que é a essência da inclusão .     

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019


Parece que nosso governado, Wilson Witzel,  aderiu ao governo de uma nota só. A segurança que é sim um problema grave mas nem de longe é o único tema que precisa da atenção do governador. Outra área que nossa miss Rio de janeiro,  poderia se voltar um pouco é a saúde do estado. O próprio Witzel , enquanto candidato , declarou  que entregaria seu plano de saúde no primeiro dia de mandato. Ate o nosso governador não cancelou seu plano de saúde , e é bom não cancelar.
Meu pai estar hospitalizado há três meses no Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro - IECAC, unidade de referencia em tratamento cárdico no governo do Estado . o caso do meu pai é o mesmo de cerca de 50 outros pacientes daquela unidade. Quanto a espera de mais de quatros meses para colocação de uma ponte de safena,  não  vou entrar no mérito do tempo de espera, ate por que não sou leviano de opinar sobre uma realidade da qual não tenho pleno conhecimento . mas, sei bem que em qualquer unidade de saúde , um dos itens fundamental é o ar condicionado , não precisa ser medico para saber que num ambiente onde as pessoas permanecem deitadas, muitas com seus organismos fragilizados, é de vital importante que a temperatura ambiente seja minimamente agradável , o que não acontece nas enfermarias de grande parte dos hospitais, inclusive onde meu pai está . não tem ar condicionado seu Witzel, alias será que no gabinete do nosso governador ostenta  sua faixa tem um ar condicionado? Claro que sim.
Seu Witzel o Rio de janeiro precisa de um governador e não de um xerife que dê uma de macho em velório de PM. O buraco , seu juiz, é mais em baixo.  

sábado, 5 de janeiro de 2019

Michelle Bolsonaro 
A primeira dama Michelle Bolsonaro, ao destacar a importância  da inclusão das pessoas com deficiência na sociedade brasileira, sem duvida , prestou um relevante serviço a calça do reconhecimento da cidadania de 24 milhões de brasileiro . em sua mensagem, durante a cerimonia de posse do marido, Jair Bolsonaro, a jovem falou em Libras- língua brasileira de sinais- ressaltando que no governo Bolsonaro os direitos das pessoas com necessidades especiais serão respeitados, será? O fato concreto é que o ato de Michelle , na ultima terça-feira, dia 1º,  é simbólico, e já atraiu a simpatia de muitas pessoas com deficiência para o governo, na sequencia foi anunciado que nos próximos anos o Ministério da Educação vai tornar o ensino de Libras obrigatória no  ensino básico. 
Na verdade, a medida que determina o ensino de Libras nas escolas, resulta de um projeto de lei  que já estava no congresso desde 2011, apresentado pelo Senador Cristóvão Buarque, por que o marido da Michele, que foi  deputado federal desde 1991, não colaborou para essa lei virasse realidade?  Além disso, quando governo brasileiro promove a inclusão das pessoas com deficiência estar somente cumprindo vários acordos e tratados internacionais que terminam que sejam desenvolvidas politicas que promovam o acesso desse segmento a saúde , educação e aos serviços publico, incluindo a declaração universal dos direitos humanos, da que o marido da dona Michelle é critico. 
Mas sejamos otimistas. Como já mostramos, a primeira dama não inventou a roda nem tão pouco a inclusão, mas deu uma boa lixada nela para que ela corra melhor. Alias a dona Michele foi a primeira dama que mais falou em uma cerimonia de posse presidencial em toda historia republicana do nosso País, será que as mulheres terão voz no governo do Capitão? Pelo visto a dele sim.  Mas, quem a mensagem  de Michelle beneficia? 
Ai que a porca torce o rabo. É fato que o governo Bolsonaro – que foi constituído por pilares no mínimo pouco plural, precisa ter a ‘simpatia’ de algum segmento minoritário e que melhor segmento do que as pessoas com deficiência que, diga-se de passagem , pouco é lembrado pela classe politica. De todo modo , tomara que o novo governo tire a inclusão das pessoas com deficiência do papel . oxalá, que não é o Deus que está por cima de tudo, queira que o ato de Michelle germine  em praticas, e sobretudo , em uma postura de fato inclusiva, por parte da sociedade , do Estado brasileiro e do marido dessa jovem . estarei , da minha cadeira de rodas , rezando por isso. 

sábado, 29 de dezembro de 2018


Quando eu ouvir a jovem cantora Vitória Lynn , 17 anos , no programa altas horas , cantando ‘Beral’, de Djavam , logo senti que tinha ouvido algo especial, simplesmente uma grande cantora. A jovem, que é cega, estava na plateia do programa de Serginho Groisman  acompanhadas de alguns colegas tinha uma voz ensolarada . A pedido do apresentador, a jovem cantou um trecho da música do compositor Alagoano, que estava sendo homenageado no programa. Um momento único.  A voz daquela jovem me houvera emocionado de tal maneira, que procurei saber um pouco mais sobre sua história. Vitória canta desde os sete anos. além de ser uma ótima cantora a jovem é um exemplo de superação .
Vitória é cega. Mas, isso não limita seu talento e seus esforços para que ela aprimore seu dom. a jovem ler e escreve partituras, através do método braile  e toca teclado, atualmente  estuda  música na Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim. -‘Meu aprendizado foi muito bom. eu gosto de  música, então tudo fica mais fácil tenho uma professora de musicografia  Braille.’- conta a moça.   
Tive a alegria de conversar com Vitória. ela me contou que sua ligação com o canto vem de berço , a moça nasceu prematura e com graves problemas de saúde, e sua mãe cantava para ninar aquela vida tão frágil. -‘Nasci prematura de cinco meses e meio eu era uma bebê muito pequeno e não tinha muita chance de sobreviver e minha mãe cantava sempre que estava comigo talvez dai eu goste tanto de música.’ Disse Vitória
Mal sabia a mãe que o canto que ninava aquele bebê era os primeiros sons que alimentava os ouvidos de Vitoria, que deu seus primeiros passos na  música ainda criança. A menina começou a estudar  música aos seis anos ao participar de um programa de iniciação  musical. -‘Comecei estudar  música com 07 anos. Mais.  desde os 06 eu já cantava  comecei a estudar  música no ‘Guri’ que é um projeto de iniciação  musical , dirigido para crianças , promovido pela própria Escola de Música do Estado de São Paulo . Foi ali que comecei a me aperfeiçoar’.

Além de uma voz bela , Vitória tem um repertório de primeira , em seu canal no youtube www.youtube.com/vitorialynn,  podemos ouvir a jovem interpretar clássico da  música brasileira como ‘Rio Amazonas’ de Paulo Cesar Pinheiro e Dori  Caymmi, a minha preferida. A  música para Vitória é um modo de se com seu interior e deixar vim à tona as imagens que vão muito além do que a nossa vã visão é capaz de perceber . Vitória tem uma voz que toca o mais profundo sentido da sensibilidade dos amantes da boa  música brasileira. O canto desta jovem cantora superar todas suas limitações aparentes com uma beleza que apenas sua voz é capaz de conceber, simplesmente arte.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

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Hoje as luzes da cidade se acederam com uma certa esperança . não é algo que se possa mensurar racionalmente. O sol se pois no firmamento e as pessoas se reúnem em torno da ceia. Mas , o que é uma ceia de natal se não, a celebração da esperança? Esperança que surge com as crianças a esperar papai Noel, esperança da jovem esperando seu noivo , esperança da dona de casa daquela rabanada fique saborosa. . tudo , nessa noite, gira em torno da esperança.
Apesar dos problemas do ano , o natal é movido a fé de que no próximo ano tudo dará . ingenuidade? Tolice? Não sei. Eu prefiro pensar que mesmo nesse mundo tão endurecido  pelo mecanismo , onde a gente , em muitas vezes , agem roboticamente. a noite de natal  seja um hiato em que a gente meio que se permite sonhar, se enternurar , com a própria humanidade. Quem sabe? À meia noite o  dono da festa não desça do céu e  afaga a face de cada pessoa ? quem sabe? Que apesar de todas contradições religiosas , de credos tão maléfico. Jesus pula por cima da precariedade humana e hoje , hoje mesmo , vem nos dá um beijo bem no nosso rostos .
Você duvida que isso aconteça? Eu não . afinal de contas hoje é natal.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018


A segunda edição do livro infantil: ‘ Bim, Um Menino Diferente’ , já está disponível na sua versão digital no site clube dos autores. O livro do jornalista Fabio Fernandes, traz uma nova perspectiva sobre a temática da inclusão de crianças com deficiência. O personagem principal do livro é um menino de 11 anos que, assim como o autor, convive desde o nascimento com a paralisia cerebral. Ao longo de toda a narrativa, o leitor conhece um pouco sobre as situações de preconceito que, infelizmente, permeiam o cotidiano de uma criança com necessidades especiais. Mas conhecerá ainda melhor a alegria que faz parte da infância de Bim, uma criança tipicamente feliz e levada.
 Fábio Fernandes encontrou na linguagem dos quadrinhos o caminho para contar as aventuras de Bim. Leve e bem-humorada, a história  nos lembra a importância de criarmos uma sociedade inclusiva, com uma linguagem voltada para a compreensão do público infanto-juvenil.  "Bim, um menino diferente" traz ilustrações de Guilherme Moura e prefácio e prefácio da também jornalista e escritora Luciana Savajet. 
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terça-feira, 6 de novembro de 2018

É temerária a postura do futuro governador, wilson witzel, na politica de segurança. vitzel diz que em seu governo policiais que visualizar ‘bandido de fuzil na mão ‘ poderá abate-lo á tiro. Lembro que hoje a policia milita do rio é uma que mais matar inocentes. A policia que o senhor Vitzel irá chefiar , a partir de janeiro , tem em geral o ensino médio e visivelmente trabalha mais com a mão no gatilho do que com a inteligência. A policia que o futuro governado quer dar carta branca para matar, é burra, mal paga e sobretudo corrupta.
Mesmo que a policia carioca fosse a melhor do mundo a declaração do futuro governador seria inconsequente , mesmo que a policia carioca fosse a melhor do mundo  o simples fato do governante dá um salvo conduto desse tipo para 425 mil homens , com as mais variadas personalidades, é sim um ato, no mínimo irresponsável e insano. Vitzel diz que um ‘bandido’ que porta um fuzil já é , uma ameaça a população e ao próprio policial. Concordo, mais ao agir ‘abatendo’ esse bandido , o policial não se tornará também uma ameaça a toda população? Sim. 
A agravante que precisa ser posta é que a PM carioca não é a melhor policia do mundo, isso o senhor Vitzel não levou em conta. Resultado? Some um governador justiceiro+ uma policia mal formada+ um cenário de violência grave, que não poderia jamais ser tratado com bravata como a que o futuro governador declarou, e o resultado será mais pobres e negros mortos. Alguma duvida? 

domingo, 4 de novembro de 2018


Como todos sabem o presidente eleitor Jair Messias Bolsonaro, pretende tornar o aprendizado da Libras- Língua Brasileira de Sinais , como matéria do currículo do ensino básico. Ainda sobre esse assunto,  observa-se que sempre que esse senhor dar uma entrevista há uma interprete de Libras ao seu lado. Essa ‘preocupação’ de Bolsonaro com a causa das pessoas surdas vem do fato de que Michele Bolsonaro , mulher desse senhor , ser ‘simpatizante dessa mesma causa. Bom, apesar compreender como  salutar ações  que visem reduzir a exclusão das pessoas com necessidade especiais no contexto social brasileiro. Toda via, devemos ter um olhar mais criterioso sobre esse assunto.
É preciso partir sempre da premissa de que a promoção da inclusão, ou melhor, da cidadania das pessoas com deficiência, não é um ato de benevolência, de gente ‘boazinhas’. Mas sim de um Estado de Direito e não me parece ser o caso. Vou além, agora falando na primeira pessoa, EU não dou o direito a militar torturador de fazer uso politico da minha cidadania com o proposito de criar uma nuvem que oculte o real caráter ditatorial que esse individuo e seu grupo politico representam. obrigado, mas a minha cidadania não acontece separadamente, nem tão pouco é mais merecedora de mais ‘destaque’, do que a de vários outros segmentos sociais que estão tendo seus direitos ameaçados pelo o pensamento deformado desse individuo e de seu grupo politico,
Lamento que o movimento das pessoas com deficiência, ou melhor, que algumas lideranças do movimento das pessoas com deficiência esteja apoiando um governo que traz , no seu cerne uma acintosa postura antidemocrática. É oportunista e calhorda essa atitude de um movimento parasita e que se habituou a ser sempre alimentado pela bondade de quem está no poder.
Vai todo mundo aprender Libras na marra ? só por que a mulher do capitão acha bonitinho? Lamento, mas isso para mim não é inclusão .

sexta-feira, 2 de novembro de 2018


Ao nomear o juiz Sergio Mouro em um super ministro da Justiça e da policia federal, o Presidente Jair Bolsonaro dar o primeiro passo para implantar uma ditadura judiciaria. Sim, uma ditadura ‘legalizada’. Içando um juiz de primeiro grau a um grau de super homem, como poder de prender e julgar. algo que nem mesmo a ditadura militar tem a coragem de fazer. O ato de Bolsonaro fez foi politiza a justiça e politizar o ato de fazer politica e isso é um ato nocivo a democracia.
Que liberdade terá a oposição a um governo que concentra em um ministério o poder de policia e de justiça? A porta que foi aberta com a nomeação do Super Mouro não é a do exercício legal, mas sim , do justiçamento de quem mija fora do pinico , o problema é que o dono do pinico é o Bolsonaro, que sabemos quem é. A justiça a partir de janeiro estará a serviço de um projeto politico. É isso mesmo, um desequilibro da relações  das interações dos poderes da republica.
Para termina, deixo uma pulga atrás da orelha de vocês: será que ético alguém que usa o poder da Torga para fazer politica ? isso não é corrupção ?

domingo, 7 de outubro de 2018


Logo que comecei a elaborar a minha falar, de hoje, eu pensei que a gente poderia olhar para a temática do reconhecimento da existência social das pessoas com deficiência  de uma forma mais ampla. A primeira tarefa dessa nossa conversa é pensar porque a gente tende a roubar, da gente mesmo, a experiencia de ter na convivência  com o outro como uma experiencia esquecedora e transformador para mim? A gente tende a imaginar que a inclusão traz beneficio apenas para as pessoas com deficiência. Nessa nossa conversa, eu gostaria que a gente aguçasse nossa visão no sentido de percebemos a experiencia inclusiva como um processo de aprendizado humano mutuo. Por que a convivência com alguém que  tem alguma deficiência precisa ser, necessariamente, algo chato?
Em um momento em que os rancores estão tão a flor da pele , em que esse ‘EU’ vem tão em primeiro lugar, falar sobre a inclusão é antes de tudo um exercício humano cada vez mais necessário  . No cenário social em que a intolerância lamentavelmente apequena a nossa visão do outro. Creio que o compromisso com a inclusão de uma parte da sociedade que, historicamente foi, e ainda é colocada do lado de fora da existência, é algo muito necessário. não apenas por uma questão social. mas sim  na medida em que me move em direção ao meu semelhante e me sugere um novo modo de ver esse meu semelhante.
Hoje , lamentavelmente a gente vive num cenário social em que o ‘EU’ tornou-se quase absoluto . a gente está perdendo a capacidade  de ‘ser próximo do meu próximo.’ Essa, talvez seja a grande deficiência que , como sociedade, estamos vivemos. A palavra da moda hoje é tolerância, isso significa dizer que o máximo que estamos dispostos a ser com alguém que  esteja dos meus padrões de perfeição é tolerar . olhem o absurdo para que estamos caminhando . uma sociedade de pessoas que apenas se toleram é uma sociedade doente. 
Por isso, a mensagem da inclusão , ou seja, do acolhimento o outro pelo simples fato de sermos semelhantes e habitar a mesma espécie  me parece ser uma questão de capacidade de ‘ser’ humana de interagir com seu semelhante. Acredito que, a inclusão das pessoas com deficiência traz em si, uma questão da qualidade da nossa humanidade, do tipo de sociedade que queremos construir, quem queremos ser. 
Há cerca de dois anos  estou vivendo uma das experiencia mais enriquecedora da minha vida. Eu sou autor de teatro e coordeno uma oficina de teatro inclusivo arte viva que , atualmente integra o corpo de voluntários no Instituto  caminhos do coração. Essa vivencia com meus alunos ditos ‘especiais’. É muito profunda para que eu entenda a grandeza humana do processo inclusivo. Após ter esse contato denso com as limitações , mais a cima de tudo , com as potencialidades dos meus alunos eu passei a ter uma visão mais urgente a respeito da inserção social dessas pessoas , bem a valorização delas como individuo . eu, que desde os 20 anos venho tendo uma atuação no debate sobre a inclusão das pessoas com deficiência tenho, agora uma concretude sobre a importância de construímos uma sociedade inclusiva
Hoje, quando eu penso, sobre a inclusão das pessoas com deficiência , eu coloco esta questão como uma possibilidade de reconstruí uma sociedade mais humanizada, que olhe para o outro com o olhar acolhedor, de aceitação e , sobretudo de abertura para aprender com esse individuo . o grande mérito da inclusão  é refazer nossos sentidos: Os colocando- não mais- virados para os nossos próprios umbigos ,mas sim para olhar para o outro , vendo neste outro.
Nesse sentido , o que o trabalho da oficina arte viva, realizado pela associação objetivo  de deficiente produzir novos sentido humano sobre esse jovens. O trabalho  que , eu e os atores Jairo santos e william Paula, é possibilitar ferramentas culturais e sociais 

sexta-feira, 14 de setembro de 2018


Pensem bem, quando a politica é criminalizada no que nos tornando? Meu comentário não é pautado pela corrente x ou y. meu comentários é unicamente pautado pelo apreso a democracia , pelo respeito pela politica como instrumento de construir pontes solidas para uma sociedade justa.  Vejo , de forma muito triste, o encurtamento do espaço da ação politica no cotidiano da população. É obvio que é lamentável , por exemplo, sujeira que alguns candidatos deixavam nas ruas ate pouco tempo. Mas , ‘mas’, eu prefiro a sujeira da democracia do que a assepsia de um cenário que, parece democracia mas é sim ditador. É preciso fazer politica SIM, e que os instrumentos de divulgação das ideias politicas cheguem a população.
Porque não se pode fazer boca de urna? Mas, a quem interessa que a politica saia das ruas? para levar para onde? Volto a afirmar. Eu prefiro ver minha rua cheia de folhetos políticos, do que ver a democracia encolhida como querem alguns setores da elite. A politica brasileira não pode ser encastelada nas redes sociais ou em espaço onde somente quem tem patente entra.
Eu me criei vendo políticos como Darcy Ribeiro, Leonel Brizola, Teotônio Vilela , indo para rua, indo para o palanque , com seus erros e acertos , seus maus e bons feitos. Mas na rua. Quando se tira a politica da rua ,na verdade, o que se deseja é tirar o povo dela e isso não pode acontecer