sexta-feira, 30 de novembro de 2018


A segunda edição do livro infantil: ‘ Bim, Um Menino Diferente’ , já está disponível na sua versão digital no site clube dos autores. O livro do jornalista Fabio Fernandes, traz uma nova perspectiva sobre a temática da inclusão de crianças com deficiência. O personagem principal do livro é um menino de 11 anos que, assim como o autor, convive desde o nascimento com a paralisia cerebral. Ao longo de toda a narrativa, o leitor conhece um pouco sobre as situações de preconceito que, infelizmente, permeiam o cotidiano de uma criança com necessidades especiais. Mas conhecerá ainda melhor a alegria que faz parte da infância de Bim, uma criança tipicamente feliz e levada.
 Fábio Fernandes encontrou na linguagem dos quadrinhos o caminho para contar as aventuras de Bim. Leve e bem-humorada, a história  nos lembra a importância de criarmos uma sociedade inclusiva, com uma linguagem voltada para a compreensão do público infanto-juvenil.  "Bim, um menino diferente" traz ilustrações de Guilherme Moura e prefácio e prefácio da também jornalista e escritora Luciana Savajet. 
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terça-feira, 6 de novembro de 2018

É temerária a postura do futuro governador, wilson witzel, na politica de segurança. vitzel diz que em seu governo policiais que visualizar ‘bandido de fuzil na mão ‘ poderá abate-lo á tiro. Lembro que hoje a policia milita do rio é uma que mais matar inocentes. A policia que o senhor Vitzel irá chefiar , a partir de janeiro , tem em geral o ensino médio e visivelmente trabalha mais com a mão no gatilho do que com a inteligência. A policia que o futuro governado quer dar carta branca para matar, é burra, mal paga e sobretudo corrupta.
Mesmo que a policia carioca fosse a melhor do mundo a declaração do futuro governador seria inconsequente , mesmo que a policia carioca fosse a melhor do mundo  o simples fato do governante dá um salvo conduto desse tipo para 425 mil homens , com as mais variadas personalidades, é sim um ato, no mínimo irresponsável e insano. Vitzel diz que um ‘bandido’ que porta um fuzil já é , uma ameaça a população e ao próprio policial. Concordo, mais ao agir ‘abatendo’ esse bandido , o policial não se tornará também uma ameaça a toda população? Sim. 
A agravante que precisa ser posta é que a PM carioca não é a melhor policia do mundo, isso o senhor Vitzel não levou em conta. Resultado? Some um governador justiceiro+ uma policia mal formada+ um cenário de violência grave, que não poderia jamais ser tratado com bravata como a que o futuro governador declarou, e o resultado será mais pobres e negros mortos. Alguma duvida? 

domingo, 4 de novembro de 2018


Como todos sabem o presidente eleitor Jair Messias Bolsonaro, pretende tornar o aprendizado da Libras- Língua Brasileira de Sinais , como matéria do currículo do ensino básico. Ainda sobre esse assunto,  observa-se que sempre que esse senhor dar uma entrevista há uma interprete de Libras ao seu lado. Essa ‘preocupação’ de Bolsonaro com a causa das pessoas surdas vem do fato de que Michele Bolsonaro , mulher desse senhor , ser ‘simpatizante dessa mesma causa. Bom, apesar compreender como  salutar ações  que visem reduzir a exclusão das pessoas com necessidade especiais no contexto social brasileiro. Toda via, devemos ter um olhar mais criterioso sobre esse assunto.
É preciso partir sempre da premissa de que a promoção da inclusão, ou melhor, da cidadania das pessoas com deficiência, não é um ato de benevolência, de gente ‘boazinhas’. Mas sim de um Estado de Direito e não me parece ser o caso. Vou além, agora falando na primeira pessoa, EU não dou o direito a militar torturador de fazer uso politico da minha cidadania com o proposito de criar uma nuvem que oculte o real caráter ditatorial que esse individuo e seu grupo politico representam. obrigado, mas a minha cidadania não acontece separadamente, nem tão pouco é mais merecedora de mais ‘destaque’, do que a de vários outros segmentos sociais que estão tendo seus direitos ameaçados pelo o pensamento deformado desse individuo e de seu grupo politico,
Lamento que o movimento das pessoas com deficiência, ou melhor, que algumas lideranças do movimento das pessoas com deficiência esteja apoiando um governo que traz , no seu cerne uma acintosa postura antidemocrática. É oportunista e calhorda essa atitude de um movimento parasita e que se habituou a ser sempre alimentado pela bondade de quem está no poder.
Vai todo mundo aprender Libras na marra ? só por que a mulher do capitão acha bonitinho? Lamento, mas isso para mim não é inclusão .

sexta-feira, 2 de novembro de 2018


Ao nomear o juiz Sergio Mouro em um super ministro da Justiça e da policia federal, o Presidente Jair Bolsonaro dar o primeiro passo para implantar uma ditadura judiciaria. Sim, uma ditadura ‘legalizada’. Içando um juiz de primeiro grau a um grau de super homem, como poder de prender e julgar. algo que nem mesmo a ditadura militar tem a coragem de fazer. O ato de Bolsonaro fez foi politiza a justiça e politizar o ato de fazer politica e isso é um ato nocivo a democracia.
Que liberdade terá a oposição a um governo que concentra em um ministério o poder de policia e de justiça? A porta que foi aberta com a nomeação do Super Mouro não é a do exercício legal, mas sim , do justiçamento de quem mija fora do pinico , o problema é que o dono do pinico é o Bolsonaro, que sabemos quem é. A justiça a partir de janeiro estará a serviço de um projeto politico. É isso mesmo, um desequilibro da relações  das interações dos poderes da republica.
Para termina, deixo uma pulga atrás da orelha de vocês: será que ético alguém que usa o poder da Torga para fazer politica ? isso não é corrupção ?

domingo, 7 de outubro de 2018


Logo que comecei a elaborar a minha falar, de hoje, eu pensei que a gente poderia olhar para a temática do reconhecimento da existência social das pessoas com deficiência  de uma forma mais ampla. A primeira tarefa dessa nossa conversa é pensar porque a gente tende a roubar, da gente mesmo, a experiencia de ter na convivência  com o outro como uma experiencia esquecedora e transformador para mim? A gente tende a imaginar que a inclusão traz beneficio apenas para as pessoas com deficiência. Nessa nossa conversa, eu gostaria que a gente aguçasse nossa visão no sentido de percebemos a experiencia inclusiva como um processo de aprendizado humano mutuo. Por que a convivência com alguém que  tem alguma deficiência precisa ser, necessariamente, algo chato?
Em um momento em que os rancores estão tão a flor da pele , em que esse ‘EU’ vem tão em primeiro lugar, falar sobre a inclusão é antes de tudo um exercício humano cada vez mais necessário  . No cenário social em que a intolerância lamentavelmente apequena a nossa visão do outro. Creio que o compromisso com a inclusão de uma parte da sociedade que, historicamente foi, e ainda é colocada do lado de fora da existência, é algo muito necessário. não apenas por uma questão social. mas sim  na medida em que me move em direção ao meu semelhante e me sugere um novo modo de ver esse meu semelhante.
Hoje , lamentavelmente a gente vive num cenário social em que o ‘EU’ tornou-se quase absoluto . a gente está perdendo a capacidade  de ‘ser próximo do meu próximo.’ Essa, talvez seja a grande deficiência que , como sociedade, estamos vivemos. A palavra da moda hoje é tolerância, isso significa dizer que o máximo que estamos dispostos a ser com alguém que  esteja dos meus padrões de perfeição é tolerar . olhem o absurdo para que estamos caminhando . uma sociedade de pessoas que apenas se toleram é uma sociedade doente. 
Por isso, a mensagem da inclusão , ou seja, do acolhimento o outro pelo simples fato de sermos semelhantes e habitar a mesma espécie  me parece ser uma questão de capacidade de ‘ser’ humana de interagir com seu semelhante. Acredito que, a inclusão das pessoas com deficiência traz em si, uma questão da qualidade da nossa humanidade, do tipo de sociedade que queremos construir, quem queremos ser. 
Há cerca de dois anos  estou vivendo uma das experiencia mais enriquecedora da minha vida. Eu sou autor de teatro e coordeno uma oficina de teatro inclusivo arte viva que , atualmente integra o corpo de voluntários no Instituto  caminhos do coração. Essa vivencia com meus alunos ditos ‘especiais’. É muito profunda para que eu entenda a grandeza humana do processo inclusivo. Após ter esse contato denso com as limitações , mais a cima de tudo , com as potencialidades dos meus alunos eu passei a ter uma visão mais urgente a respeito da inserção social dessas pessoas , bem a valorização delas como individuo . eu, que desde os 20 anos venho tendo uma atuação no debate sobre a inclusão das pessoas com deficiência tenho, agora uma concretude sobre a importância de construímos uma sociedade inclusiva
Hoje, quando eu penso, sobre a inclusão das pessoas com deficiência , eu coloco esta questão como uma possibilidade de reconstruí uma sociedade mais humanizada, que olhe para o outro com o olhar acolhedor, de aceitação e , sobretudo de abertura para aprender com esse individuo . o grande mérito da inclusão  é refazer nossos sentidos: Os colocando- não mais- virados para os nossos próprios umbigos ,mas sim para olhar para o outro , vendo neste outro.
Nesse sentido , o que o trabalho da oficina arte viva, realizado pela associação objetivo  de deficiente produzir novos sentido humano sobre esse jovens. O trabalho  que , eu e os atores Jairo santos e william Paula, é possibilitar ferramentas culturais e sociais 

sexta-feira, 14 de setembro de 2018


Pensem bem, quando a politica é criminalizada no que nos tornando? Meu comentário não é pautado pela corrente x ou y. meu comentários é unicamente pautado pelo apreso a democracia , pelo respeito pela politica como instrumento de construir pontes solidas para uma sociedade justa.  Vejo , de forma muito triste, o encurtamento do espaço da ação politica no cotidiano da população. É obvio que é lamentável , por exemplo, sujeira que alguns candidatos deixavam nas ruas ate pouco tempo. Mas , ‘mas’, eu prefiro a sujeira da democracia do que a assepsia de um cenário que, parece democracia mas é sim ditador. É preciso fazer politica SIM, e que os instrumentos de divulgação das ideias politicas cheguem a população.
Porque não se pode fazer boca de urna? Mas, a quem interessa que a politica saia das ruas? para levar para onde? Volto a afirmar. Eu prefiro ver minha rua cheia de folhetos políticos, do que ver a democracia encolhida como querem alguns setores da elite. A politica brasileira não pode ser encastelada nas redes sociais ou em espaço onde somente quem tem patente entra.
Eu me criei vendo políticos como Darcy Ribeiro, Leonel Brizola, Teotônio Vilela , indo para rua, indo para o palanque , com seus erros e acertos , seus maus e bons feitos. Mas na rua. Quando se tira a politica da rua ,na verdade, o que se deseja é tirar o povo dela e isso não pode acontecer

domingo, 2 de setembro de 2018


Não tem combustível para o discurso moralista da direita do que alguém que, claramente fez merda e teima que não fez. Quando eu era menino e fazia as minhas peraltice uma das minhas artimanha era jogava todos meus colegas na merda que eu tinha feito. Ueh,, nada mais logico para um moleque de 7 anos travesso era jogar a culpa no coletivo , se eu fosse apanhar todos meus amigos também iam . eu fiz muito isso entre uns 7 ate os 13 anos. Mas eu cresci, virei homem , adquirir consciência das minhas responsabilidades, e aprendi a assumir meus erros.
Lula, o pt e a esquerda brasileira parece, nesse momento infantilizada ao querer esconder a cueca mijada de baixo do colchão, como toda criança faz. O problema é que a inconsequência de Lula, do pt e da esquerda, pode empurrar o pior pensamento reacionário de uma direita perigosa no poder.
O crime politico que Lula estar cometendo talvez seja mais graves do que as praticas ilegais que o impedem de ser candidato. Lula e o pt precisam ter a maturidade de constatar que os maus feitos de 15 anos de poder petista são inexoráveis , não dá para esconder e a teimosia de nega-los pode ser a gasolina que vai levar ao poder forças politicas que estava em coma. Mas. Que ganhou vida com a meninice do pt e da esquerda   

terça-feira, 7 de agosto de 2018


O programa ‘papo cabeça com pé’ , que volta nesta quinta-feira, dia 9, é um projeto muito importante para mim. Desde a criação do projeto  e no decorrer desse tempo em que estou na direção do programa , creio que o meu desafio foi mostrar que o dialogo sempre é possível e necessário, sobretudo do cenário atual nas relações humanas- em que pouco nos ouvimos , e mal nos falamos, um programa que traz como grande elemento, a conversa, a troca humana, traz em si um legado muito importante. Ou seja, o de criar pontes de diálogos entre diversas pessoas.
Nesse sentido, o programa tem muito da minha essência humana e do caminho que se sempre procurei trilhar profissional. Eu sempre tive , em mim, a certeza que minha tarefa como repórter era, e é, ser um instrumento para que pessoas, de diferentes realidades pudessem se encontrar, se ouvir , se comunicar , através do meu trabalho. Nesse sentido  o papo cabeça com pé, vem cumprindo a missão, que creio ser do bom jornalismo- de ser um permanente meio de provocação do contato humano . sempre tive a preocupação de não fazer desse programa um ‘alto falante’ de mim mesmo . muito pelo o contrario , acredito que o grande mérito do programa é trazer a fala de pessoas para o centro e fazer com que esse falar, esse pensar, seja motivador de novas falas e de novos pensamentos .
Logo que eu , e o meu amigo Jairo Santos, começando a pensar no formato e na razão de ser do programa, sempre me rondou a mente a duvida de como ‘eu’, um individuo com paralisia cerebral sem oralidade, poderia fazer um programa de entrevista sem ser apelativo. Eu creio que a gente só vem conseguindo fazer isso por que a gente encontrou entrevistados com belas historias profissionais e de vida, e mais importante do que isso, a gente encontrou entrevistados, pessoas , a fim de dialogar.
Esse é o grande alimento do papo cabeça com pé: a possibilidade que, como repórter, eu tenho de encontrar pessoas dispostas a conversar, a dividir suas experiencias de vida , suas opiniões , seus pensamentos... com o internauta ,  também aceita esse convite de dialogar , de conversar. É com muita alegria que abro , nesta quinta-feira, a 2ª temporada de programa tão querido por mim.
Bem vindo .

terça-feira, 10 de abril de 2018


A aeronáutica promove, em parceria com o Clube do Otimismo,  desde o  inicio desse ano, um projeto voltado para uma equipe de atleta muito especiais. Coordenada professor Ednaldo Gomes, o programa é vinculado a Comissão de Desporto Aeronauta (CDA) é voltado para o fomento do para desporto como uma de inclusão social das pessoas com deficiência.

Todas terças-feiras as instalações do quartel da aeronáutica, no museu do aeronauta, localizado  no campos dos Afonsos , são  usadas para treinos  de bocha paraolímpica, que já começou a dá seus primeiros resultados. no começo do mês a equipe de  bocha paraolímpica do CDA participou  do primeiro   Santos, as atletas Raquel Cristina e Vitoria Ciriaco  conquistaram prata e bronze  e a vaga na etapa nacional da modalidade , que acontecerá no fim do ano.campeonato da modalidade, realizado em Colatina , Espirito
A equipe promete voos ainda mais ambiciosos, o Professor Ednaldo prepara o atleta Fabio Fernandes , para participa das competições de petra- modalidade do para-atletismo que se consiste de um triciclo . Fabio que é o primeiro recordista das Américas nessa modalidade. Crer que ser competitivo , aos 45 anos  em uma competição é um dos grandes desafios de sua vida   

domingo, 8 de abril de 2018


Nesse texto não vou entrar no mérito da culpabilidade do ex-presidente Lula, no processo da lava jato. A analise que gostaria de  trazer aos leitor é como um ex-presidente- julgo  aqui como alguém que tem responsabilidades infinitamente do que eu  e você- pode se colocar de forma tao acintosa em relação a uma ordem judicial ? vamos, apenas para  efeito de contextualizar , imaginar que todas as acusações feitas a Lula sejam falsas. Lula e a esquerda se esquece  que estamos vivendo num Estado em que as instituições estão funcionando sim. O Lula não sera torturado, vai haver um processo com todas as vastas oportunidades de defesa, é isso que vai acontecer , e que bom que isso aconteça
 O que me  parece grave é que um ex-presidente da republica ir, tão flagrantemente contra a democracia . pois, foi isso que desde foi decretada sua prisão preventiva, é digna de um ex-presidente ? me parece que não.  Com atos como de hoje , em São Bernardo, Lula se colocar na posição de quem não respeita a justiça da nação , de quem se acha- sei lá por que méritos-  a cima da lei . pode ser presidente alguém com essa personalidade?
Em sua fala , em cima  de um carro de som , Lula criticou a imprensa e a justiça e a imprensa brasileira ,  diga-se de  passagem ,  duas instituições fundamentais para a democracia . o  Lula quer? O simples fato da fala  de  Lula ser o que foi na  manhã de ontem  o faz, no mínimo,  alguém que desonra a democracia brasileira.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018


Um dia desses vendo um vídeo da professora Lucia Helena Galvão percebi de forma bem real uma daquelas  verdades que, de tão cristalinas ficam esquecidas em meia a crise ética que a sociedade brasileira , e não apenas a classe politica , estar submersa . dizia ela ’ ... sabe aquela pessoa que de tão ética que são, a simples presença impõe outro comportamento nas outras pessoas? Na frente dela’, continua a professora, ‘não se faz qualquer coisas.’ Pois é, ao ouvir essa expressão tão antiga a separei, no meu pensamento, do contexto aludido pela professora e comecei a me fazer a seguintes pergunta: será que eu sou o tipo de eleitor na frente de que um politico ficaria inibido de fazer o mal feito ? ou será que apesar de reclamar da imoralidade da politica, e mesmo tento razoes para fazer tais criticas. Eu não sou parte dessa imoralidade?
Um pensamento simplista diria- ‘Uéh, não fui eu quem pegou na mão do Sergio Cabral quando ele foi assinar os contratos superfaturados, eu não empurrei o Lula para dentro do sitio de Atibaia.... ‘É claro que nenhum de nós, eleitores cometemos essas ações, obviamente esse, e muitos outros atos de falta de compromisso ético foram cometidos pela total falta de respeito que há década acomete a classe politica no Brasil. qualquer pessoa minimamente atenta a história republicana brasileira é capaz de sinalizar as causa desse fenômeno. Mas, persisto na pergunta desse texto: será que se o vereador em que eu votei soubesse que eu votei nele ficaria constrangido em cometer um mau feito?
A pergunta central desse texto é: que tipo de eleitor, ou melhor, que tipo de cidadão , eu sou ? será que, como o exemplo da professora, como eleitores somos qualquer um? Daquele tipo de gente que as outras agem despudoradamente, pois, a presença é incipiente. É esse o ponto de convergência que gostaria de estabelecer entre o cenário da cidadania brasileira e a fala da professora. Me parece que há um fenômeno de apequenar do homem no âmbito da coletividade, quando eu diminuo o ‘homosapien’ perante o coletivo nos tornamos ‘qualquer um’, pessoas que agem por intolerância , ou uma ‘contra intolerância’ que resplandece uma radicalidade tão peçonhenta como a intolerância a se opõe .
A intolerância atrofia a minha humanidade, e que eu me torno um ser humano ‘pequeno’ , certamente eu me vulgarizo na minha cidadania , eu me torno ‘qualquer um’ politicamente.    

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

A sexta-feira de carnaval começou com um grito de cidadania e inclusão das pessoas com deficiência. o bloco do Instituto Caminhos do Coração e da Associação Objetivo de deficiente foi para rua na manhã do primeiro dia de folia. cerca de 30 pessoas com e sem necessidades especiais deram um banho de alegria aos passar pelas ruas de Realengo, zona oeste do Rio, mostrando que a felicidade pode ser compartilhada. Esse é o segundo anos do bloco ,  que tem como rainha Alessandra Costa, jovem com necessidades especiais atendida pelo projeto.
A professora Lilian Rose, organizadora do projeto durante toda passagem  do bloco enfatizou a importância da pessoa com necessidade  especiais serem inseridas em todos os espaços da sociedade

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

A oficina teatral inclusiva arte viva, projeto que promove a inserção social de pessoas com deficiência voltará com força total depois aos festejos de carnaval . embora a associação objetivo ainda não ter nosso espaço, estamos lutando bravamente para realizar esse projeto. No ano passado promovemos nossa oficina em parceria com o projeto caminhos do coração. Graças a essa parceria beneficiamos mais 30 famílias de pessoas com necessidades especiais. o projeto da oficina teatral inclusiva arte viva é um projeto da Associação Objetivo de Deficiente que promove o potencial criativo de jovens com e sem deficiência através da experiencia da arte cênica. o jornalista e dramaturgo Fabio Fernandes é o idealizador do projeto. Fabio que tem paralisia cerebral fala sobre o projeto no 3º Simpósio de Cultura inclusiva.  
    

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