Nosso trabalho e fortalecer essas famílias para elas, juntamente com esse jovem, façam acontecer essa inclusão ‘…‘Essa é a frase que
melhor sintetiza o trabalho realizado pelas as Professoras Verônica lima e Alessandra Santana. do ensino especial do município do Rio de Janeiro se uniram com a fono Maria Cristina e a assistente social Monica Arruda com alunos surdos em realengo , zona oeste do Rio de Janeiro.
Diariamente centenas pessoas surdas convivem com o preconceito, o desconhecimento da Libras: Língua Brasileira de Sinais provoca um imenso abismo entre os surdos e a sociedade . Foi para retirar o véu desse silencio que as Professoras Verônica lima e Alessandra Santana. do ensino especial do município do Rio de Janeiro se uniram com a fono Maria Cristina e a assistente social Monica Arruda vem, desde 2007, desenvolvendo, um trabalho inovador de valorização da cidadania doa surdos, por intermédio do ensino e da divulgação Lingua Brasileira de Sinais- Libras . Projeto ‘Parceria Saúde , Educação de Surdos e Família’ realiza todas sextas-feiras oficina de Libras abertas a todas as pessoas que desejam conhecer Libras e uma serie de outras atividades voltadas para as famílias dos alunos atendidos pelo o projeto . A iniciativa atualmente atinge a cerca de 150 pessoas, desses. 30 alunos das escolas municipais: Tasso da Silveira (Realengo) e Frei Vicente do Salvador (Padre Miguel) onde verônica e Alessandra com alunos surdos
Conforme relata Maria Cristina , fonoaudióloga e uma das idealizadora do projeto . tudo começou a parti do momento em que a secretaria Municipal de educação adota a libras como a língua que vai nortear educação dos alunos surdo na rede escolar do município do rio de janeiro – a partir disso tanto a Verônica como a Alessandra professora constatam que era impossível trabalhar a temática desse bilingüismo sem que a educação tivesse atrelada com o a saúde , foi ai que iniciamos esse trabalho ‘
Monica Arruda . Assistente Social do programa, Salienta que o grande foco das atividades é motivar as famílias desses alunos. Segundo ela, é esse envolvimento o que nortear a elaboração das atividades que são desenvolvidas- ‘Essas famílias são mobilizadas , são fortalecidas , para que elas acreditem na capacidade desse jovem e acima de tudo para que elas tenham a plena certeza que esses adolescentes surdo tem direitos e que tais direitos precisam ser exercidos’ –
Para a professora Alessandra Santana relata que a parceria surgiu da necessidade que cada uma delas perceberam que era preciso se construir uma nova visão mais inclusiva em relação a esse adolescente surdo q eu muitas vezes ficavam no canto das salas de aula ‘O projeto nos permitiu a ampliação de dinâmicas de privilegiam o trabalho com os surdos no aprendizado da língua portuguesa’
– Alessandra reforça que é importante que o aluno surdo domine a parte escrita da língua portuguesa segundo ela o mundo irá isso dele . porem , ela destaca que esse aluno somente vai ter esse domínio do português escrito a medida em que ela , como professora mostrar que é a Línguas de sinais que vai fazer com que o processo comunicativo dele acontece
- Eu tenho que mostrar para ele a importância dessa língua de sinais, que é rapidamente aprendida , o surdo quando tem contato com essa língua tem um avanço estupendo e que ele pode ter contato com português escrito mas que é através da libra que ele vai existi como um individuo com voz na sociedade- salienta a jovem Professora.
Já a professora verônica reflete sobre a questão global desse aluno , segundo ela desde cedo, a família tenta incuti a linguagem oral como a maneira ‘ correta’ que essa criança surda tem para se expressar ,isso acaba gerando um quadro de profunda exclusão tendo em vista que apenas uma pequeno universo de surdo consegue se comunicar oralmente .
–‘Hoje nas escolas a gente encontra uma grande dificuldade de trabalha a identidade desse aluno surdo , por conta de toda uma historia que procura moldar esse surdo aos padrões de normalidade, então ele é surdo? Ele tem que aprender a falar, em detrimento de toda identidade e de uma língua que e regulamentada e estruturada para essas pessoas, isso tudo e deixado de lado pela a escola em virtude da idéia de que o surdo tem que ‘normal‘ como os ouvintes’.
A professora afirma que o projeto busca justamente derrubar esse mito e mostrando que esse aluno não precisa ser ‘moldado’ , mas sim , respeitado na sua forma de se e de interagir –‘nosso trabalho é valoriza a capacidade que esse aluno tem de aprender e mostrar a Libras com o grande instrumento que esse surdo tem para ter voz tanto na escola como na sociedade’.
Os encontros do projeto acontece sempre as sextas-feiras , ás 16h, no Posto de Saúde Professor Masão Goto, na Avenida Carlos Pontes, s/n, Jardim Sulacap. Mais informações podem ser obtidas somente pelo e-mail: projetoparceriavcma@hotmail.com