Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens de 2014

É preciso politizar a inclusão

É fato : a politica é o melhor modo  que o homem inventou para ‘tentar’ solucionar seus conflitos da esfera coletiva , isso significa dizer que a politica é , definição , o lugar em que a gente ‘se resolve’ como sociedade . no  caso da  inclusão das pessoas com deficiência , essa regrinha básica da sociologia não é observada, o que permeia o debate sobre o reconhecimento da cidadania de 24 milhões é, ainda o discurso idiota e altamente demagogo das chamadas ‘entidades de defesa dos direitos das pessoinhas especiais ,  entidades que via de regra tem todos os interesses,  menos que as pessoas com deficiência gozem de plena cidadania . É preciso que  diga-se parte dessas entidades tiveram um papel importante , lá na década de 80, no tempo da chamada redemocratização do País, toda via ‘o tempo na janela e só Caronina não viu’ , em outras palavras, esse grupo de entidade  não souberam atualizar seu modo de interagir com os demais segmentos sociais, ou seja , de politizar uma temática q…

Prática de bocha adaptada muda a realidade de pessoas com deficiência

Esporte como instrumento de inclusão social e de transformação de realidade de pessoa com necessidades especiais, esse é o tema dessa reportagem que vai nos levar a conhecer o trabalho realizado no Centro de Referência da Pessoa com Deficiência. Unidade da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, órgão  da Prefeitura, que fica em  Santa Cruz, zona oeste da cidade. Entre as atividades terapêutica , de estimulação , recreativas, esportivas e de inclusão social,  que são realizadas  está a bocha adaptada: uma modalidade paraolímpica, criada especialmente para pessoas com graves deficiência neurológica. os treinos  acontecem todos os dias e , conta hoje com cerca de 20, alunos , pessoas com diversas deficiência que , através da pratica desse esporte , são inserida em seu meio social e familiar, e dão uma lição de superação .   A bocha adaptada consiste em um jogo de aproximação, em que cada competidor dispõe de seis bolas, vermelhas ou azuis. A meta é aproximar o maior número de b…

Palhaçada promove inclusão de pessoas com deficiência através da arte circense

Risos e muita são os ingredientes que um grupo de artistas utiliza para promover a inclusão de jovens com deficiência e manter viva a milenar arte circense. Desde 2013, o projeto Palhaçadaria acontece na Lona Cultural Municipal Terra, em Guadalupe. A oficina gratuita de palhaço, com 20 alunos, é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura em parceria com a Associação Balaio Carioca, que administra o espaço e um grupo de atores, idealizadores do projeto  A atividade é aberta a todos, independentemente da idade. Neste domingo, às 17h, o grupo se apresenta na Lona, gratuitamente. 
- A oficina tem o objetivo de passar  nossa experiência na área do circo-teatro para as crianças e adultos, levar a eles um pouco da inocência e da picardia do ser palhaço, uma arte tão linda quanto a de um ator – explica Jairo Santos, ator e um dos idealizadores do projeto.

Participam da oficina pessoas com síndromes de Down e do Edwards e paralisia cerebral. Para que eles possam praticar todas as atividad…

A cidadania substancia de uma inclusão real

O debate da inclusão das pessoas com necessidades especiais deve, na minha avaliação,  se fundamentar em um posicionamento critico e atuante sobre a cidadania desse segmento da sociedade brasileira. O que percebo, via de regra, é quando discutimos temos a preocupação de ‘agradar ‘ a gregos e troianos’, a não entrar em conflito com temas centrais em relação ao reconhecimento da cidadania e de uma efetiva participação das pessoas com necessidades especiais  .  Para não ficar no bra... bra... bra... , vou dar o exemplo das cotas no mercado de trabalho que é uma das muitas muletas legais que a gente criou, para remendar um problema que não queremos debater de forma real, sem querer refletir sobre a visão errada que o setor empregador tem sobre a capacidade produtiva das pessoas com deficiência A gente então tenta ‘acomoda’ o tema da empregabilidade dessas pessoas dizendo que elas são ‘ótimas’   empacotadores de supermercados, ajudantes de serviços gerais ou coisas do tipo, nos servicinh…

Rio aposta no potencial de atletas paraolímpicos

Parceria da Prefeitura do Rio com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), o programa ‘Time Rio Paralímpico' fomenta desde 2012 o surgimento de novos atletas de alto rendimento, buscando dar condições para que os para-atletas que treinam na Cidade Maravilhosa aprimorem seu potencial.  O ‘Time Rio' beneficia atletas com deficiência visual e motora, que competem nas modalidades de atletismo, natação, judô e canoagem. Atualmente, conta com 24 atletas que recebem uma bolsa em dinheiro mensal, além de contar com uma equipe multidisciplinar formada por treinadores e atletas-guia, para os atletas cegos. Os atletas têm ainda o acompanhamento médico de fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos. A equipe de velocistas cegos treina na Vila Olímpica de Jacarepaguá, que fica no Tinguá. Para o professor Fabio Dias, que atua desde 2003 como treinador e atleta-guia de velocistas cegos e de baixa visão,  programas como este credenciam o país como potência no cenário paraolímpico: - Eu vejo…

Tecnologia a serviço da acessibilidade

‘aplicativo permite a pessoas com deficiência saber quais são os espaços da sua cidade que apresentam acessibilidade’

O Clapp-in é um aplicativo para celulares e tablet  , através do que pessoas com mobilidade reduzida podem consultar uma listas de espaços , bares, restaurantes, cinemas.. que ofereça maior facilidades de acesso para essas pessoas. O programa gratuito pode ser baixado em qualquer plataforma e traz informações de todos o País. O mais interessante é que o banco de dados do aplicativo é alimentado por informações dos próprios usurários que podem indicar os espaços públicos e privados, que são ou não, acessíveis; Tomara que mais do que um aplicativo que facilita a rotina de centenas de pessoas que apresentam mobilidade reduzida, seja por idade, deficiência ou qual      quer outro impedimento, essa ferramenta possa gerar uma maior consciência da necessidades de termos cidades concebidas para que todos, onde qualquer pessoa possa ir e vim, uso fluindo dos espaços e participa…

A cidadania das pessoas com deficiência em tempo de ‘inclusão’

Cuidado com as ideias que se tornam consenso. Elas podem está mofadas pelo comodismo

A primeira consideração que quero fazer, neste texto, é que a abordagem  que embasa esse artigo, é antipática porem afetuosa. Trata-se de uma reflexão sobre a inclusão nesses tempos em que a retorica inclusiva domina as falas de grande parte da sociedade como um ‘termo sagrado’, uma palavra de ordem.  que as pessoas repetem sem saber direito o que real sentido e importância do processo de valorização da cidadania de cerca de 24  milhões de pessoas . nos últimos anos  a palavra ‘inclusão’ foi posta  em um altar por muitos de nós. Como se a inclusão fosse algo que não precise ser compreendido e debatido, em outras palavras, como se nós ’mestres da inclusão’ tivéssemos todas as respostas sobre este processo. Esse, me parece ser o maior engano que estamos cometendo. Pois, como qualquer outro processo social, a inclusão das pessoas com deferência precisa ser transformada , ‘ tomar um solzinho’, e se renov…

Identidade cultural e inclusão das pessoas com deficiência

Precisamos compreender o processo inclusivo como algo que mude a ótica sobre o individuo com deficiência , transforme essa visão vitimadora, que ate hoje é a tônica na percepção social a respeito desse segmento,  e conceba um cenário em que, apesar  de eu não fale , não ande, não me movimente , do jeito que o teu olhar aprendeu a vê, possamos existir , conviver , nos mesmos ambientes. Mas , para que isso aconteça de fato, é impressidivel que trocamos as lentes do nosso pensamento, ampliamos a ideia que , EU Fabio , tenho de pessoa. É esse o processo , estrutural , ético e cultural, por que temos que passar   A parti do momento em que as pessoas com deficiência  consigam atuar no ambiente cultural ou seja: quando essa pessoa sai do signo da inércia e torna-se um ator da historia, é nesse 1m1omento que a inclusão deixa de ser uma ideia para se tornar real.  Desempenhar esse protagonismo cultural significa a conquista de um espaço único desse individuo, significa ter uma autonomia que sem…

A mídia na inclusão

O espaço mediastino, no contexto pós-moderno, se tornou o grande palanque em que grupos minoritários buscam visibilidade bem como sua legitimação no plano sócio e político.Por sua vez , a mídia representa estes grupos segundo os conceitos tradicionais ,cristalizando estereótipos enraizados no subconsciente coletivo. No âmbito da pessoa com deficiência a grande mídia mostra-se dicotomia reafirma essa constatação, nesse texto vamos começar a compreender como e por que esse processo ocorre. Contudo , com o surgimento da internet , das redes sociais , os veículos tradicionais de mídia não tem mais o monopólio da retorica, de modo que é cada vez mais difícil sonegar o espaços devido a segmentos  minoritários. Toda via, em relação às pessoas com deficiência ainda predomina , na cobertura midiática o rancho paternalista e a subtração na fala desse individuo , nas poucas vezes que em  a mídia se lembra de abordar a temática.
Considerando o fato de que os meios de comunicações tendem a ratifi…

Mães especiais fazem de rede social um ambiente solidário

Elas não um CNP, nem tão uma sede própria , o estatuto que orientam as ações desse grupo tem apenas um   item : amor de mãe .Foi assim que um grupo de mães de crianças com necessidades especiais se organizam através do face bock para levar carinho , informações e ajuda a famílias carentes . hoje o grupo ,’troca-troca de mães especiais’ , criado pela dona de casa Linda Franco, que mora em Curitiba – PR, já conta com 2843 membros e ajuda famílias de todos o Brasil. O grupo faz doação de fraldas geriátricas , leite especiais  e outros materiais hospitalares para crianças e jovens com graves problemas de saúde, como seu filho, Gabriel Franco , 11 anos ,  e desde os sete vive com as sequelas da adrenoleucodistrofia, também conhecida como ‘doença de Lorenzo’ . A doença degenerativa  que afeta o sistema neurológico de forma grave. Mas a força de Linda fez com que ela não parasse diante o problema do filho e, juntamente com outras mães  , formasse uma verdadeira rede de solidariedade . Mas …

Dançando muito além do que os olhos podem ver

grupo de alunos com deficiência mostra, por meio da dança, que é possível superar limites e dá um novo tom a vida.  É essa a lição dos integrantes do curso de dança, das Oficinas de Artes do Instituto Helena Antipoff (IHA), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Educação. Direcionadas para maiores de 18 anos, as aulas acontecem no Centro Integrado de Atenção à Pessoa com Deficiência – Ciad, que é parceiro do programa. As oficinas têm como objetivo desenvolver, a partir da exploração de linguagens artísticas de expressão, as habilidades corporais e sensoriais de pessoas com deficiência que acabam dando uma verdadeira aula de superação.
A professora de dança, Valéria de Assumpção, explica que durante as aulas são estimuladas percepções de domínio motor, como o equilíbrio, além de utilizar técnicas de relaxamento e de expressão corporal, a fim de possibilitar que a pessoa com deficiência tenha maior autonomia.
- O objetivo do trabalho de dança aqui é trabalhar a expressão criativa do al…