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Mostrando postagens de 2013

Programa utiliza tablets no processo de aprendizagem de alunos com autismo

Pioneiro no país, o projeto "Educação Especial Digital para alunos com Autismo", da Secretaria Municipal de Educação, utiliza tablets para auxiliar no aprendizado de alunos com autismo na rede municipal de ensino. O programa começou a ser implementado no começo de 2013 com 100 alunos, em 100 escolas municipais. 
O projeto é coordenado pelo Instituto Helena Antipoff (IHA), em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), por intermédio do grupo de pesquisa do curso de pedagogia, que vinha trabalhando a Comunicação Alternativa Ampliada com Alunos com Autismo. Os professores foram capacitados para atuarem como mediadores entre a tecnologia e os alunos autistas que já estão utilizando o tablet, além das comunidades escolares em que os jovens estudam.  O processo de capacitação para os professores que atuam no projeto aconteceu de março a junho desse ano, e envolveu todo o corpo docente das escolas, desde reuniões para explicar os objetivos do projeto à escolha do…

Curta-metragem fala sobre realidade das pessoas com deficiências no contexto familiar

adaptações na inserção do aluno com deficiência

Esporte promove inclusão de pessoas com deficiência

Parceria entre Uerj e Secretaria Municipal de Educação estuda como facilitar processo de aprendizado de aluno autista com uso de tablet

Parceria entre Universidade do Estado do Rio de Janeiro, em parceria com o Instituído Helena Antipof , estão formando  um grupo de pesquisa, coordenado pela professora miryam pelosi,  sobre o uso do programa de comunicação alternativa no processo de aprendizado de alunos autista. O objetivo do estudo, que é pioneiro em todo país, é analisar como a utilização de aplicativo em tablete pode ajudar a criar possibilidade de  interatividade desses alunos no contexto da escolar. Entre do autismo está a dificuldade que seu portador tem em se relacionar com o mundo externo, característica que acabar dificultando a inserção escolar desses alunos , bem como  todo o processo de ensino
100 alunos, autistas, da rede municipal já estão sendo beneficiados pela iniciativa

A Mediocridade e o movimento de pessoas com deficiência

Enquanto todos os segmentos do terceiro setor atuam em redes de interação entre as diversas entidades, os ‘donos’ do movimento das pessoas com deficiência preferem continuar na idade média dos movimentos sociais. Irei começar esse texto relatando' um ''fato que na minha visão simboliza de maneira latente a pequenez de nossas entidades: há cerca de seis meses , precisei de um ilustrador para me auxiliar na feitura de um livro infantil que eu roteirizei, meu primeiro impulso foi procurar alguém tivesse algum tipo de deficiência; mas ao convidar duas pessoas me deparei com respostas que jamais imaginei ouvir: Ambos me disseram que a Associação da qual eles faziam parte os impediam de realizar trabalhos que não sejam em beneficio da tal entidade. Esse fato é cabal para revelar o cenário medieval e na contramão do bom censo e daquilo que esta entidade julgam defender . no momento em que  ate mesmo no setor empresarial , onde há um   ambiente naturalmente competitivo, se compar…

Programa da Prefeitura leva inclusão social a pessoas com deficiências

Segundo o último censo do IBGE, em 2000, quase 25 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência, sendo que a imensa maioria diariamente enfrenta diversos obstáculos, que vão desde atravessar uma rua ou embarcar num ônibus não adaptado até o preconceito na hora de buscar um emprego ou ser matriculado numa escola. Para enfrentar essa realidade, a Prefeitura do Rio de Janeiro desenvolve o 'Programa de Reabilitação Social Baseada na Comunidade' (RBC), uma iniciativa pioneira da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência. As equipes vão até as residências das pessoas que têm algum tipo de deficiência e moram em localidades de baixa renda, para realizar uma série de atividades que possibilitam maior qualidade de vida e a inserção no mundo do trabalho. O programa nasceu na década de 90 e beneficia atualmente cerca de 3.000 pessoas com deficiência e também suas famílias por toda cidade. O RBC conta com 23 equipes multidisciplinares, formadas basicamente por fisioterapeuta…

Projeto incentiva uso da Língua Brasileira de Sinais nas escolas do Rio

Para garantir um atendimento educacional especializado para os alunos surdos, a Prefeitura do Rio criou, em 2012, o projeto Escolas-Piloto de Educação Bilíngue. Desenvolvido pelo Instituto Municipal Helena Antipoff (IHA), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Educação, o programa funciona em 21 escolas da rede municipal. Atualmente, fazem parte do projeto 767 alunos que apresentam algum nível de surdez, 35 deles totalmente surdos.  As escolas bilíngues contam com professores com deficiência auditiva e intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para atuar em salas de aula com alunos surdos. Mais do que facilitar a comunicação, a Libras é o instrumento de identidade das pessoas com deficiência auditiva, oficializada em 2002 como a língua mãe de cerca de 5,7 milhões de brasileiros que, segundo o censo de 2000, apresentam algum nível de surdez. Em 2013, quando o programa completa um ano, mais duas escolas da rede devem se tornar bilíngues, com o uso da Libras. Há um ano est…