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Mostrando postagens de Fevereiro, 2011

Escola especial do município não alfabetiza aluna de 25 anos porque professores não sabem se comunica com a moça

Teoricamente, as escolas do ensino especial, que atendem alunos com deficiências graves, deveria ter com principal meta preparar e estimular seus alunos e alunas para ser inseridos no ensino regular. Entende-se que a escola especial existe para prover recurso educacionais específicos para que esse aluno possa adquirir autonomia necessária para que essa pessoa tem o direito de viver inserida em sociedade. Pelo visto essa premissa não fazem parte do cotidiano dos professores de Flavia Barbara, 25 anos, que ‘estuda’ em uma escola especial do Município do Rio . Segundo o relato de uma das professora Flavia, que tem um grave comprometimento motor, estuda em uma turma de alunos com retardo mental, mesmo não mostrando ter nenhum tipo de retardo. Conforme o relato dessa professora, a aluna tenta emitir fonema e se mostra atenta a tudo o que acontece a sua volta. Atenção da professora de certamente não é tão aguçada como a da garota , uma vez que nos mais de oito anos em que a moça estar na e…

Apesar das cotas e leis protecionistas índice de pessoas com deficiências cai 7,3%.

Pesquisa realizada por ong paulista registrou uma queda no numeiro de pessoa com deficiências empregadas com carteira assinada. Segundo o estudo da ong ‘espaço da cidadania’, em dezembro de 2007, 348,818 pessoas com algum tipo de deficiência conseguiram ter acesso ao mercado formal de trabalho , já em 2008 este numero caiu para 323.210 pessoas. No entanto, a pesquisa revela que, nesse mesmo período , houve um aumento de postos de postos de empregos . Entre 2007 e 2008 o número de trabalhadores cresceu de 37,6 milhões para 39,4 milhões. Estudos como este vem confirmar o que nós, do eficiente em foco, estamos cansados de falar : não será com politicas assistência e protecionistas que iremos criar um caldo de cultura significativo que torne real a inserção das pessoas com deficiência nos setores produtivo da sociedade. Basta olhar, com o mínimo de atenção , para constatar que a lei das costas criou, na verdade, um cenário de sub empregabilidade nas empresas que , por força da lei emprega…

Enquanto falam sobre inclusão ...

Este pequeno vídeo amado mostra a historia de Mariana, 22 anos, que tem um grave quadro de paralisia cerebral e microcefalia. A moça ‘vive’ com a mãe, no bairro Califórnia que fica na cidade baiana de Itabuna, em um barraco com esgoto a sua porta e sem qualquer assistência medica , de saúde básica ou terapêutica que, por exemplo, amenizassem a escoliose que já toma boa parte de suas costas. O vídeo que, diga de passagem , se torna cada vez comum nas redes sociais reflete algo que vai muito além de um drama pessoal, a historia de Mariana e sua brava mãe, dona Eunice, nos mostra a mentira que é a inclusão das pessoas com deficiência no Brasil. Mentira que a gente finge ser verdade quando nos esquecemos de que o conceito de inserção social e, no campo da cidadania, tem a obrigação de conceber uma efetiva reestruturação dos serviços públicos de saúde , habitação , urbana que possa garantir à pessoas como Mariana condições básicas de sobrevivência, enquanto fingimos que a inclusão é algo …