domingo, 26 de fevereiro de 2012

Há como se conceber uma sociedade ética sem se preocupar com a inclusão’ ?

A temática do debate da pessoa com deficiência na sociedade brasileira nem sempre é vista na sua complexidade: como algo que perpassar, ou deveria , passar pelo aprofundamento ético e moral da sociedade. Me parece importante se pensar a inclusão das pessoas com deficiência como um processo “humano”, cujo não deve se ater ao espaço da experiência sociológica da escola inclusiva, apesar da relevância desse espaço, como “provocador dessa inclusão” de modo a sermos capazes de, no futuro, conceber uma ética inclusiva o assunto da inclusão não deve ser visto como um processo que começa, nem tão pouco, que se conclua no ambiente da escola.

O processo do sujeito com deficiência no contexto da educação e na sociedade brasileira deve pertencer a toda a sociedade que tem que tomar para si o dever ético de promover a inclusão de todos os indivíduos. Este compromisso com o processo de inserção das pessoas com deficiências tem que perpassar todas as instância dessa sociedade.

Entretanto é vital que esse espaço, a Escola, seja um ambiente de fortalecimento e de enriquecimento da relação entre as pessoas com deficiências e a sociedade. Pois, ao imaginar a inclusão como algo, genuinamente humano, cujo pretende promover a interação desse sujeito “portador de habilidades diferenciadas” na vida daquela coletividade vamos ver que o simples ato de termos, sobre o mesmo ambiente escolar, crianças com e sem deficiência, já é em si, um avanço e uma conquista da maior relevância.

Toda via, de igual maneira, a essa constatação, também precisamos ver que a mais significativa “adaptação” a ser realizada, quando nos propomos a refletir sobre a inclusão do indivíduo com deficiência, é uma mudança interna que me possibilite como professor ou como colega de uma pessoa com deficiência a imaginar um contexto onde esse “cara” que é meu amigo ou aluno possa existir, viver, trabalhar no mesmo universo em que EU existo, vivo, trabalho .

Em virtude disso, se faz urgente que começamos a redimensionar a proposta da escola inclusiva para descobri-la, não como algo que esteja “fora”, ou seja: que aconteça quando se faz uma rampa ou botam corrimão no banheiro da nossa escola. Mas sim aconteça, essencialmente, como um compromisso que necessite ocorrer permanentemente no nosso espaço crítico e que se conquiste em repensar a escola, os espaços públicos, mas, sobre tudo, a nossa postura diante a esse aluno ou colega.

O debate da inclusão tem que passar, necessariamente, pelo o tipo de sociedade que queremos ser, bem como sobre qual definição ética que pretendemos nos construir como sociedade. A inclusão sócio escolar é uma das faceta da maior amplitude nesse processo. Entretanto ele não se conclui quando conseguimos colocar na mesma escola aluno com e sem deficiência – por mais importante que seja esse passo – ele é apenas o primeiro de um processo ético e humano que nasce na escola e continua em cada um de nós

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

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A operadora de Amil se nega a oferecer os medicamentos ao menino Gabriel Franco , 9 anos tem Adrenoleucodistrofia , doença do sistema neurológico que causa grande debilidade sendo muito suscetível a infecções . O garoto que mora em Curitiba, Paraná, precisou ser internado na ultima semana. Segundo a mae da criança , dona Linda Franco, uma bactéria atacou o organismo do filho , o que a levou a procurar atendimento na rede do seu plano. ‘

‘O Gabriel foi internado no dia 12 de janeiro devido a uma coleção de bactérias na coxa direita, região do cateter.’ Diz Dona Linda.

Desde então a operadora não quer custear o fornecimento do remédio cavilon spray de que precisa Gabriel. Agora , dona Linda tem que travar uma luta na justiça para que o filho tenha seu direito respeitado pela a operadora Amil .

‘A responsabilidade é do hospital. O hospital teria q fornecer o medicamento e depois cobrar do convenio’. Afirma a mãe.

Fiz questão de trazer esse caso para eficienteemcofo que exemplifica , muito bem, o desrespeito que , nós, pessoas com deficiências temos que sofrer ao buscar os serviços básicos nesse país . que inclusão é essa? Que permite que os interesses financeiro da ‘dona AMIL’)(estou fazendo propaganda negativa sim) se sobreponham a vida de uma crianças . é ridículo falar de inclusão ,de respeito a ‘cidadania’ das pessoas com deficiências, num Pais que não garante o direito básico ‘a vida’ aos milhares de Gabriel. queria deseja fé a Dona Lina Franco e papai do céu proteja o ‘Gabi’.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Os governos do Brasil e do Haiti firmaram tratado que visa fortalecer a cidadania e melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência das duas nações . A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário assinou , no final de janeiro , um convenio com o governo haitiano que cria o O projeto "Fortalecimento da capacidade política e institucional de agentes governamentais e não-governamentais do Haiti para promoção e defesa dos direitos das pessoas com deficiência" que além de servir para encher qualquer lidi de jornal , pretende, se vai já e outra historia, atua na formulação e execução de políticas públicas nacionais voltadas a promoção dos direitos da pessoa com deficiência.

A medida ainda vai capacitar agentes públicos e representantes da sociedade civil em direito das pessoas com deficiência e estratégias de inclusão desse segmento nas políticas sociais do Estado. Ou seja : mais funcionários publico , ONG’s e seus bluquepes , recebendo dinheiro publico para???

Os agentes receberam curso de capacitação para promover o conhecimento sobre a realidade das pessoas com deficiência e sobre os principais instrumentos internacionais que tratam de seus direitos.

Assim, os dois países pretendem compartilha a experiência prática que o Brasil tem na construção de políticas públicas voltadas para as pessoas com deficiência.

Na realidade o tal programa é mais uma tentativa imbecil de mostrar uma inclusão que não existe no Brasil tão pouco no Haiti, que vive um caos políticos. Beira o ridículo a formação desses ‘ super agentes da inclusa , que terão a missão de levar cidadania as pessoinhas especiais. por favor, vamos ter censo do ridículo

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domingo, 5 de fevereiro de 2012

texto de 23\03\95

Ser normal ,ser capaz, ser onipotente,,, a cada minuto O HOMEM buscar ser o melhor e constrói um mundo tão perfeito quanto se imagina ser ..na ânsia frenética de encontrar esse mundo ‘ideal’ desmata, discrimina , mata acaba se tornando o mais voais dos Animais

Deficiente :pessoa incapaz de se adequar aos padrões arquitetônicos, estéticos ou compartimentais de uma sociedade. Mas, quem define esse padrões Será que eles podem determinar o limite da capacidade De um ser humano? Será que pelo o fato de não poder desempenhar uma função irá me fazer inferior a você? Acho que não .

Na minha opinião essa paranóia que a humanidade tem encontrar de o "HOMEM IDEAL " é uma tentativa de esconder a imensa imperfeição Humana e que irá Criar um universo medíocre e roborizado um mundo feito não para seres humanos, mas sim para maquinas que produzem . vêem TV e dormem .Será que é esse o tal mundo moderno ?

Será que é tão difícil conceber uma sociedade onde um individuo deficiente possa pelo menos atravessar uma rua ? Onde o fato de não se conseguir andar, falar ouvir ou ver não segue um estado de inutilidade ou um empecilho para alguém ser feliz ?

Me recuso a crer que a humanidade esteje tão cega pelo preconceito, tão entrevada pela ingnorancia e tão enlouquecida que não possa ver que a capacidade do homem é muito maior do que qualquer deficiência

Creio que a partir do momento em que o homem comece a aceitar suas fraquezas, suas deficiências e aprender a tirar delas o aprendizado necessário para perceber o quanto é rico o ser humano por ser incompleto , e por isso ter que buscar dentro de si mesmo forças para superar essas limitações., ele irá crescer e quem sabe a partir desse crescimento a gente possa conceber um mundo melhor para se viver