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Mostrando postagens de Julho, 2010

Claudia Glabóis fala sobre novos rumos na educação inclusiva no Rio de janeiro

Atualmente na rede municipal de ensino do Rio de janeiro estudam cerca dc 10 mil alunos que apresentam algum tipo de deficiências, grande parte deles ainda estão em escolas e classes especiais, um modelo de educação ultrapassado e segregadonista. Uma prova disso é que desde a ultima década de noventa a lei de diretrizes e bases da educação brasileira garante o acesso de crianças e jovens com necessidades especiais ás turmas do ensino regular, Apesar dos avanços obtidos nesse período em torno na inserção, tanto no aspecto legal como em experiências bem sucedidas em escolas de todo o pais de inclusão de alunos com e sem deficiência a exclusão escolar desses alunos permanece sendo uma realidade no contexto da educação em todo o Brasil. Para reverter esse quadro, no município do Rio e assegurar que alunos com e sem deficiência estejam presentes no mesmo ambiente escolar a atual diretoria do Instituto Helena Antipof, órgão da Secretaria Municipal de Educação responsável pelo ensino dos al…

Conferencia debate a qualidade da inclusão das pessoas com deficiência

Acontece no dia 10 de agosto, São Luiz Gonzaga. Rio Grande do Sul, a Conferência Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência. o evento será promovido durante todo dia, no salão de atos da Universidade Regional Integrada - Extensão São Luiz Gonzaga. A programação do encontro inclui palestras e debates sobre a inserção das pessoas com deficiência no âmbito da Educação; Saúde; Trabalho entre outras temáticas. Na conferencia também será analisados os avanços da Política Nacional, Estadual e Municipal para a Inclusão da Pessoa com Deficiência. mais informações sobre o evento no sitte: http://guiasaoluiz.net/2010/07/conferencia-municipal-dos-direitos-das-pessoas-com-deficiencia-de-sao-luiz-gonzaga/

Crônica de um PC puto

Não é por nada não , mas é irritante a forma com que as pessoas tiram , roubam das pessoas com paralisia o direito de ser gente, isso mesmo, me intrica a capacidade que as pessoas que rodeiam crianças jovens e muitas adultos PC e que teriam o dever ético de promover aquele sujeito na sua plenitude , são os primeiros a sonegar dessa pessoa a possibilidade dela ser um indivíduo e, no caso dos adultos, pessoas que tem penis e vagina. Coisa obvia, mas quando se trata das moças e rapazes que tem PC parece que estamos numa novela de época . Os dois casos que motivam esse texto , embora não tem nada a ver , mostram como o pc é ainda percebido como um NÃO-INDIVIDUO , alguém que por não ter autonomia de fala ou de movimentos não possui , ‘supostamente ‘ condições de SER PESSOA cuja, pensa e interage no seu meio social, e o que me parece mais grave é que esse preconceito, horrendo, é travestido de atitudes que a um olhar, não atento, se apresentam com afeto , carinho ECT
O primeiro caso, ilust…