quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018


Um dia desses vendo um vídeo da professora Lucia Helena Galvão percebi de forma bem real uma daquelas  verdades que, de tão cristalinas ficam esquecidas em meia a crise ética que a sociedade brasileira , e não apenas a classe politica , estar submersa . dizia ela ’ ... sabe aquela pessoa que de tão ética que são, a simples presença impõe outro comportamento nas outras pessoas? Na frente dela’, continua a professora, ‘não se faz qualquer coisas.’ Pois é, ao ouvir essa expressão tão antiga a separei, no meu pensamento, do contexto aludido pela professora e comecei a me fazer a seguintes pergunta: será que eu sou o tipo de eleitor na frente de que um politico ficaria inibido de fazer o mal feito ? ou será que apesar de reclamar da imoralidade da politica, e mesmo tento razoes para fazer tais criticas. Eu não sou parte dessa imoralidade?
Um pensamento simplista diria- ‘Uéh, não fui eu quem pegou na mão do Sergio Cabral quando ele foi assinar os contratos superfaturados, eu não empurrei o Lula para dentro do sitio de Atibaia.... ‘É claro que nenhum de nós, eleitores cometemos essas ações, obviamente esse, e muitos outros atos de falta de compromisso ético foram cometidos pela total falta de respeito que há década acomete a classe politica no Brasil. qualquer pessoa minimamente atenta a história republicana brasileira é capaz de sinalizar as causa desse fenômeno. Mas, persisto na pergunta desse texto: será que se o vereador em que eu votei soubesse que eu votei nele ficaria constrangido em cometer um mau feito?
A pergunta central desse texto é: que tipo de eleitor, ou melhor, que tipo de cidadão , eu sou ? será que, como o exemplo da professora, como eleitores somos qualquer um? Daquele tipo de gente que as outras agem despudoradamente, pois, a presença é incipiente. É esse o ponto de convergência que gostaria de estabelecer entre o cenário da cidadania brasileira e a fala da professora. Me parece que há um fenômeno de apequenar do homem no âmbito da coletividade, quando eu diminuo o ‘homosapien’ perante o coletivo nos tornamos ‘qualquer um’, pessoas que agem por intolerância , ou uma ‘contra intolerância’ que resplandece uma radicalidade tão peçonhenta como a intolerância a se opõe .
A intolerância atrofia a minha humanidade, e que eu me torno um ser humano ‘pequeno’ , certamente eu me vulgarizo na minha cidadania , eu me torno ‘qualquer um’ politicamente.    

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

A sexta-feira de carnaval começou com um grito de cidadania e inclusão das pessoas com deficiência. o bloco do Instituto Caminhos do Coração e da Associação Objetivo de deficiente foi para rua na manhã do primeiro dia de folia. cerca de 30 pessoas com e sem necessidades especiais deram um banho de alegria aos passar pelas ruas de Realengo, zona oeste do Rio, mostrando que a felicidade pode ser compartilhada. Esse é o segundo anos do bloco ,  que tem como rainha Alessandra Costa, jovem com necessidades especiais atendida pelo projeto.
A professora Lilian Rose, organizadora do projeto durante toda passagem  do bloco enfatizou a importância da pessoa com necessidade  especiais serem inseridas em todos os espaços da sociedade

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