sábado, 16 de março de 2013



A parti do momento em o deficiente consegui atuar no ambiente cultural ou seja: quando essa pessoa sai do signo da inércia e torna-se um ator da historia, é nesse momento que a inclusão deixa de ser uma ideia para se tornar real.


A pessoa com deficiência sempre ocupou  uma posição inexistente na cultura brasileira, em todas as representações  culturais a pessoa com deficiência aparece sobre o signo  da inércia ‘alguém que está sujeito a ação do outro ate mesmo para representar sua própria historia’ HISTORIA que é contada a partir  do olhar do outro.
 Desempenhar esse protagonismo cultural significa a conquista de um espaço único desse individuo, significa ter uma autonomia que sempre foi furtada desse individuo, uma autonomia que esta além das limitações físicas, sensórias, que cria concisões, reais, para que esse individuo tem voz na sociedade.
É importante se pensar a inclusão das pessoas com deficiências como um processo ’humano’, cujo não deve se ater ao espaço da escola. Porem, é de suma importância, que esse espaço assuma o papel de ser um ’provocador  dessa inclusão’’ de modo  a sermos capazes de    conceber uma  ética inclusiva .
 Porem, o processo inclusivo não deve ser visto como um fenômeno ‘setorizado’- um assunto que pertence ás associações, ou dos professores da escola inclusiva, nem tão pouco.  Essa temática tem que ser de toda a sociedade. Algo que capaz de criar uma Cultura compromissada em promover a inclusão. de todos os indivíduos. O  compromisso   com o processo  de inserção da pessoas com deficiências  tem que sair das barras das nossas saias, para passar a ser, de fato, uma discursão que  perpasse todas as instancias  da sociedade.
Contudo é preciso perceber esse processo inclusivo da pessoa com deficiência, numa perspectiva cultural, como um processo que deve imprimir, em  nós, um novo jeito de compreender o outro e nos faça abandonar a ideia infantil de que precisamos ‘fingir’ que a gente é ‘igual’, para compreender  que embora diferentes, podemos existir e conviver no mesmo ambiente social. Esse me parece ser o grande ‘salto’ que teremos que dá para tornar a temática inclusiva em algo real, não apenas em ‘um modismo’.